O Brasil registrou 88 casos confirmados de Mpox em 2026, com São Paulo concentrando a maioria dos registros (62 casos). Outros estados também notificaram casos, como Rio de Janeiro, Rondônia e Minas Gerais, mas não há registro de mortes pela doença até o momento.
O vírus Monkeypox se transmite por contato direto com lesões, fluidos e mucosas infectadas, além de contato próximo, beijo e compartilhamento de objetos. Os sintomas incluem erupções na pele, febre e dores musculares, e o diagnóstico exige exame laboratorial.
Para evitar o contágio, é fundamental isolar suspeitos, não compartilhar pertences pessoais e manter a higiene das mãos. Apesar de não ter tratamento específico, a maioria dos casos apresenta sintomas leves, embora possa ser grave em grupos vulneráveis.
O Brasil registrou 88 casos confirmados do Mpox, com a maior concentração no estado de São Paulo, que somou 62 registros desde janeiro. Outros estados com casos são Rio de Janeiro (15), Rondônia (4), Minas Gerais (3), Rio Grande do Sul (2), Paraná (1) e Distrito Federal (1). Até o momento, não houve registros de óbito no país devido à doença.
O vírus Monkeypox, responsável pela doença, se transmite pelo contato próximo com lesões na pele, fluidos corporais, mucosas ou sangue de pessoas infectadas. A manifestação mais frequente é a erupção cutânea que pode durar até quatro semanas, aparecendo no rosto, mãos, pés, virilha e regiões genitais ou anais.
Além das lesões, sintomas como febre, dores musculares, dor de cabeça e gânglios inchados podem ocorrer. O contágio ocorre por toque direto, contato com secreções respiratórias próximas, beijo, sexo oral e compartilhamento de objetos contaminados.
O período de incubação varia de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21 dias. O diagnóstico só é confirmado por exame laboratorial. O quadro clínico pode ser confundido com outras doenças que geram lesões na pele, exigindo avaliação médica cuidadosa.
Para evitar a transmissão do Mpox, é fundamental isolar pessoas suspeitas ou confirmadas, não compartilhar pertences pessoais e manter cuidados com higiene das mãos e superfícies. Não existe tratamento específico aprovado, e a maioria dos casos apresenta sintomas leves, mas quadros graves podem ocorrer, principalmente em crianças e imunodeprimidos.
Via Folha Vitória