Bruxas da Noite: aviadoras soviéticas que bombardeavam nazistas à noite na Segunda Guerra

Descubra as 'Bruxas da Noite', pilotos soviéticas que voavam biplanos Po-2 para atacar a Alemanha nazista de madrugada na WWII. Milhares de missões causaram pânico no inimigo.
25/11/2025 às 14:46 | Atualizado há 4 meses
               
Nazista nenhum dormia
Nazistas sem sono: elas eram irresistíveis!. (Imagem/Reprodução: Super)

Durante a Segunda Guerra Mundial, mulheres soviéticas do 588º Regimento de Bombardeiros Noturnos voavam biplanos Po-2 antigos para missões noturnas contra os nazistas. Elas decolavam ao anoitecer, voavam baixo e lançavam bombas de 100 kg, metralhando posições inimigas.

Apelidadas de ‘Bruxas da Noite’ pelos alemães aterrorizados, realizaram mais de 23 mil saídas, lançando 3 mil toneladas de bombas. Perderam 30 aviadoras, mas inspiram histórias de coragem feminina na guerra.

Durante a Segunda Guerra Mundial, um grupo de mulheres soviéticas mudou as noites na frente oriental. Elas formavam o 588º Regimento de Bombardeiros Noturnos, apelidado de Nazista nenhum dormia pelos alemães aterrorizados.

Essas pilotos, todas mulheres entre 17 e 26 anos, voavam em biplanos Po-2 antigos e leves. Os aviões de madeira e lona faziam barulho alto, mas eram difíceis de detectar pelos radares inimigos. Elas decolavam ao anoitecer para missões de bombardeio.

Cada avião carregava duas bombas de 100 kg. Voavam baixo, a 500 metros de altura, soltando as bombas e metralhando posições nazistas. Realizaram mais de 23 mil saídas noturnas, lançando 3 mil toneladas de bombas.

Os nazistas as chamaram de “Bruxas da Noite” por causa dos ataques surpresa na escuridão. O apelido veio do medo: sirenes tocavam e luzes se acendiam sempre que o zumbido dos Po-2 era ouvido. Elas causaram pânico constante.

Lideradas por Marina Raskova, o regimento perdeu 30 aviadoras, mas abateu cerca de 1.000 caças alemães indiretamente. Seus feitos mostram a coragem feminina na guerra.

Hoje, elas inspiram histórias de resistência. Fique de olho em mais relatos da guerra.

Via Superinteressante

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