A BYD revelou o Denza Z9GT, carro elétrico premium com autonomia de até 800 km e tecnologia de recarga rápida na Europa. O modelo permite recarregar de 10% a 70% em apenas cinco minutos, um avanço significativo em relação ao padrão atual.
Com recarga próxima ao tempo de abastecimento dos carros convencionais, o Denza Z9GT promete facilitar a adoção dos elétricos. A BYD também planeja instalar carregadores de alta potência de 1.500 kW em diversos pontos do continente.
Esse lançamento destaca a expansão da BYD na Europa e sua capacidade tecnológica, apesar dos desafios enfrentados na China, e reforça a tendência da eletrificação no mercado automotivo global.
A chinesa BYD anunciou o lançamento de um veículo elétrico premium na Europa, o Denza Z9GT, que promete revolucionar o tempo de recarga. Com autonomia de até 800 quilômetros, o modelo utiliza uma tecnologia de carregamento instantâneo capaz de recarregar a bateria de 10% a 70% em apenas cinco minutos.
Esse avanço reduz significativamente o tempo de recarga, atualmente estimado em cerca de 45 minutos para a maioria dos elétricos do mercado. O Denza Z9GT chega perto do tempo equivalente ao reabastecimento de veículos com motor a combustão, potencialmente facilitando a adoção em massa dos carros elétricos.
Além disso, a BYD pretende instalar carregadores compatíveis com a potência de 1.500 kW necessárias para o rápido carregamento em vários pontos da Europa a partir de meados deste ano. O anúncio ocorre em um momento de crescimento expressivo da empresa no continente, com vendas previstas para aumentar quase 270% em 2025.
A BYD cresceu rapidamente nos últimos anos, passando de 420 mil carros vendidos em 2020 para a previsão de 4,6 milhões em 2025, o que a posiciona como a quinta maior montadora mundial em volume. No entanto, a empresa enfrenta desafios no mercado chinês, onde perdeu parte do domínio para concorrentes locais, especialmente após o fim dos subsídios fiscais para veículos elétricos em 2024.
O Denza Z9GT é um exemplo claro da capacidade das montadoras chinesas em desenvolver tecnologias de eletrificação avançadas, que agora se aproximam da realidade dos consumidores europeus.
Via InfoMoney