A Chocolat du Jour destaca o cacau de luxo produzido no sul da Bahia, unindo fazenda e pontos de venda em todo o Brasil. Com produção própria em São Paulo, a marca oferece chocolate fresco, com alto teor de cacau e sabores regionais, sem precisar importar.
Patricia Landmann enfatiza a importância da educação do consumidor para valorizar chocolates de qualidade e rejeitar sabores artificiais. A fazenda Santa Luzia, que preserva a Mata Atlântica, produz cacau fino exclusivo para a marca, garantindo controle de origem e qualidade.
O processo integrado do cultivo ao produto final busca mudar a percepção sobre o chocolate brasileiro, valorizando sua qualidade frente às opções importadas. A empresa familiar aposta na expansão nacional e no mercado internacional, incluindo uma possível abertura em Miami.
Cacau de luxo produzido no sul da Bahia ganha destaque nacional com a Chocolat du Jour, que une a Fazenda Santa Luzia a 14 lojas no Brasil, incluindo locais em aeroportos. A marca aposta que o chocolate fresco, com alto teor de cacau, entrega sabor superior sem precisar ser importado. Patricia Landmann, responsável pelo marketing, destaca que a educação do consumidor é fundamental para reconhecer chocolate de qualidade e rejeitar sabores artificiais.
A fábrica em São Paulo, com capacidade para processar 300 quilos de amêndoas por dia, transforma o cacau fino cultivado em Ibirapitã em trufas e barras com até 70% de cacau. O cuidado vai desde a fermentação e secagem na fazenda até o refinamento do chocolate, resultando em textura suave e sabor preservado. Trufas em sabores tradicionais e regionais, como jabuticaba e maracujá, compõem um portfólio voltado para um público que busca menos açúcar e mais qualidade.
Os produtos da Chocolat du Jour são feitos em pequenos lotes e premiados em competições internacionais. A expansão nacional ocorre sem franquias, e há estudos para abrir loja em Miami, atendendo à comunidade brasileira local. A fazenda Santa Luzia, com 160 hectares e manejo que preserva a Mata Atlântica, produz exclusivamente cacau fino para a marca, garantindo controle de qualidade e origem.
Este processo integrado do campo à vitrine mostra o compromisso da empresa familiar em valorizar o cacau brasileiro e fomentar um mercado mais consciente, desconstruindo mitos sobre a qualidade do chocolate nacional em comparação ao importado.
Via Forbes Brasil