A fusão entre BRF e Marfrig ganhou um novo impulso com a decisão do Cade de seguir com o rito sumário na análise do processo. Isso significa que um dos principais obstáculos para a aprovação foi superado, deixando as duas empresas mais próximas de concretizar a união. De acordo com informações do jornal O Globo, a maioria dos conselheiros do órgão considerou a operação de baixa complexidade.
Anteriormente, o presidente interino do Cade havia sugerido que a fusão fosse analisada pelo rito ordinário, que demanda mais tempo. A mudança para o rito sumário reflete uma reavaliação solicitada por alguns acionistas, mas a maioria votou pela aceleração. Assim, a expectativa é que a fusão se transforme em uma plataforma global de alimentos, proporcionando sinergias entre as empresas.
Os acionistas da BRF e Marfrig já demonstraram apoio à fusão em assembleias anteriores. Com a aprovação do Cade, a BRF se tornará uma subsidiária integral da Marfrig, formando a nova companhia MBRF. Esta união poderá resultar em ganho de escala, maior eficiência operacional e reforço da presença no mercado internacional.
Com a maioria dos votos a favor da aceleração do processo pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), um grande obstáculo para a aprovação da fusão BRF e Marfrig foi superado. A decisão, divulgada na coluna de Lauro Jardim no jornal *O Globo*, indica que a união das gigantes do setor alimentício está mais próxima de se concretizar.
A votação dos conselheiros do Cade, realizada em plenário virtual, definiu que a análise da aprovação da fusão BRF e Marfrig seguirá o rito sumário. Este procedimento é aplicado em casos considerados de baixa complexidade, o que sugere que o Cade não vê grandes entraves concorrenciais na operação.
Essa decisão representa uma reviravolta em relação à recomendação anterior do presidente interino do Cade. Ele havia sugerido que a avaliação da aprovação da fusão BRF e Marfrig passasse para o rito ordinário, que é utilizado em operações mais complexas e, portanto, demanda mais tempo para análise e aprovação.
A mudança de rito foi motivada por um pedido de reavaliação do negócio feito pela Minerva e pela Latache Capital, acionista minoritária da BRF. No entanto, a maioria dos conselheiros do Cade votou contra a mudança, mantendo o processo no rito sumário e acelerando a aprovação da fusão BRF e Marfrig.
Em assembleias realizadas anteriormente, os acionistas da BRF e da Marfrig já haviam dado sinal verde para a fusão, demonstrando o alinhamento entre as empresas em relação à operação. A aprovação da fusão BRF e Marfrig transforma a BRF em uma subsidiária integral da Marfrig, criando uma nova companhia chamada MBRF.
A expectativa é que a aprovação da fusão BRF e Marfrig resulte em uma plataforma global de alimentos mais robusta, com ganhos de escala, aumento da eficiência operacional e maior capacidade de expansão internacional. A união das duas empresas pode gerar sinergias importantes e fortalecer sua posição no mercado global.
Com a decisão do Cade, o caminho para a concretização da fusão parece mais claro. Resta aguardar os próximos passos do processo e acompanhar de perto o desenvolvimento dessa importante operação no setor alimentício.
Via Money Times