O Santander atualizou sua carteira de dividendos, aumentando para 12% o peso das ações da Vale (VALE3) em janeiro de 2026. Ao mesmo tempo, reduziu a participação da Petrobras para 10%. Essa mudança está ligada à expectativa do banco sobre a recuperação industrial na China, que pode influenciar positivamente o preço do minério de ferro.
Além disso, a carteira mantém ações de outras empresas sólidas como Itaú Unibanco, Telefônica Brasil e BTG Pactual, com foco em companhias que pagam dividendos regulares e possuem baixa volatilidade. O objetivo é superar o desempenho do Ibovespa no longo prazo, combinando renda recorrente e valorização patrimonial.
Para 2026, a carteira tem dividend yields atrativos nas principais ações, o que reforça o potencial de retorno para investidores que buscam estabilidade e rentabilidade constante.
O Santander realizou uma alteração na sua carteira de dividendos, que sofrerá mudanças em janeiro de 2026. A carteira passou a ter um peso maior para as ações da Vale, com aumento de 1 ponto percentual, totalizando 12%. Em contrapartida, a participação da Petrobras foi reduzida para 10%.
Esse ajuste reflete a expectativa do banco em relação à recuperação da atividade industrial na China, o que pode influenciar positivamente os preços do minério de ferro, principal produto da Vale. Além disso, a empresa mantém programas regulares de distribuição de dividendos e recompra de ações, o que reforça sua atratividade para a carteira.
Outras ações mantiveram seus pesos na composição: Itaú Unibanco com 11%, Telefônica Brasil, BTG Pactual, Copel e Axia Energia, todas com 10%. Alupar, Cury e Ultrapar ficaram em 9% cada.
A carteira privilegia empresas que pagam dividendos com constância, têm baixa volatilidade e endividamento controlado, visando superar o desempenho do Ibovespa no longo prazo, equilibrando renda recorrente e valorização patrimonial. Para 2026, o dividend yield esperado destaca Petrobras (13,21%), Axia Energia (11,22%), Cury (8,59%), Telefônica Brasil (7,93%) e Itaú Unibanco (7,11%).
Em dezembro, a carteira registrou queda de 0,59%, enquanto o Ibovespa subiu 1,91%. No acumulado de 2025, a valorização foi de 50,74%, frente a 34,55% do índice de referência.
| Ação | Empresa | Peso na Carteira |
|---|---|---|
| VALE3 | Vale | 12% |
| PETR3 | Petrobras | 10% |
| ITUB4 | Itaú Unibanco | 11% |
| VIVT3 | Telefônica Brasil | 10% |
| BPAC11 | BTG Pactual | 10% |
| CPLE3 | Copel | 10% |
| AXIA6 | Axia Energia | 10% |
| ALUP11 | Alupar | 9% |
| CURY3 | Cury | 9% |
| UGPA3 | Ultrapar | 9% |
Via