Tim Cook, CEO da Apple, manifestou-se publicamente pedindo ao presidente Donald Trump que diminua as ações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) em Minneapolis. O pedido ocorre após mortes e protestos contra a política migratória do governo.
Cook expressou estar “de coração partido” com os eventos e ressaltou que os EUA devem tratar todos com dignidade e respeito, valorizando a humanidade compartilhada. O presidente Trump mostrou-se aberto ao diálogo e indicou intenção de reduzir a atuação do ICE na cidade.
A pressão sobre Trump aumenta devido à repercussão dos incidentes e à proximidade das eleições de meio de mandato em 2026. A postura do CEO da Apple gerou debates e destaca a tensão existente na política de imigração dos EUA.
O CEO da Apple, Tim Cook, pediu ao presidente dos Estados Unidos a desescalada das operações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) em Minneapolis. Em comunicado interno, Cook declarou estar de coração partido pelos eventos na cidade, especialmente as mortes recentes de manifestantes contrários à política imigratória do governo Trump.
Segundo o executivo, os Estados Unidos se fortalecem ao “tratar a todos com dignidade e respeito, não importa quem sejam ou de onde vieram” e ao “abraçar a nossa humanidade compartilhada”, valores que a Apple afirma defender. Ele afirmou ainda ter tido uma “boa conversa” com o presidente, que mostrou abertura para discutir questões importantes para a população.
O pedido ocorreu após a morte de Alex Pretti, enfermeiro americano morto em Minneapolis, que gerou grande comoção e protestos contra ações do ICE. A tensão local aumentou após casos recentes envolvendo agentes do órgão, que mobilizam parte da população contrária às práticas da entidade.
Apesar da aproximação entre Cook e Trump, com participações em eventos presidenciais e promessas de investimentos nos EUA, o CEO tem sido alvo de críticas por sua postura diante dos incidentes. Trump confirmou intenção de reduzir a atuação do ICE em Minneapolis, preocupação reforçada pela proximidade das eleições de meio de mandato em 2026.
Via TecMundo