CEO do UBS anunciará saída do cargo em abril de 2027, informa Financial Times

Sergio Ermotti, CEO do UBS, deixará o cargo em abril de 2027 após concluir integração do Credit Suisse.
13/01/2026 às 09:02 | Atualizado há 4 horas
               
Ações do credor cresceram 30% no ano e dobraram após compra do Credit Suisse. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

O CEO do UBS, Sergio Ermotti, anunciou que deixará o cargo em abril de 2027. Ele foi recontratado em 2023 para liderar a aquisição e integração do Credit Suisse, que enfrentava crise financeira.

Ermotti permanecerá até que o processo de integração esteja substancialmente finalizado, previsto para o final de 2026 ou início de 2027. O UBS, por sua vez, não comentou sobre a saída do executivo.

Desde a aquisição, as ações do UBS valorizaram quase 30% no último ano. Aleksandar Ivanovic é um dos cotados para substituir Ermotti na liderança.

O presidente-executivo do UBS Group, Sergio Ermotti, anunciou que deve deixar o cargo em abril de 2027. Ele foi recontratado em 2023 para liderar a aquisição e integração do Credit Suisse, instituição que enfrentou uma crise financeira antes da compra. Ermotti já havia comandado o banco entre 2011 e 2020, e sua expertise foi considerada essencial para a recuperação após a crise global.

O UBS espera concluir a integração do Credit Suisse até o final de 2026 ou início de 2027. Ermotti afirmou que permanecerá na função pelo menos até que esse processo seja substancialmente finalizado. A notícia foi divulgada pelo Financial Times, mas o banco preferiu não comentar o assunto.

Desde a compra do rival, as ações do UBS apresentaram valorização de quase 30% no último ano e mais que dobraram desde a aquisição. Aleksandar Ivanovic, chefe da gestão de ativos do UBS, aparece como um dos possíveis candidatos para substituir Ermotti.

O anúncio ocorre em meio a discussões sobre novas regras bancárias propostas pelo governo suíço, que o UBS considera inadequadas, principalmente em relação a exigências de capital. Apesar disso, Ermotti afirmou que o banco pretende manter suas operações, inclusive fora da Suíça.

Via InfoMoney

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