A CES 2026 em Las Vegas mostrou como a inteligência artificial está transformando o ambiente profissional, assumindo tarefas rotineiras e liberando as pessoas para decisões estratégicas.
Robôs inteligentes e dispositivos vestíveis indicam um futuro com maior automação e modelos de trabalho híbridos, onde a supervisão humana será essencial para gerar valor.
Além disso, o evento destacou a importância das competências humanas como criatividade e empatia, junto a investimentos em bem-estar no ambiente corporativo, reforçando a integração entre tecnologia e saúde.
A CES 2026, realizada em Las Vegas, destacou-se não só pelo avanço em eletrônicos de consumo, mas também pela influência das tecnologias no ambiente profissional. A inteligência artificial (IA) foi o foco principal, mostrando como máquinas estão assumindo tarefas rotineiras, liberando os humanos para decisões estratégicas e planejamento.
Robôs que dobram roupas, sobem escadas e gerenciam casas inteligentes indicam que o futuro do trabalho envolverá a supervisão da automação e a orientação sobre onde a tecnologia deve atuar para gerar valor. Essa mudança evidencia um novo papel para as pessoas, valorizando a capacidade de identificar oportunidades e coordenar sistemas autônomos.
Além disso, a IA está cada vez mais integrada em dispositivos vestíveis e controlados por voz, tornando-se parte do cotidiano. Isso sugere uma transformação nos modelos de trabalho, incluindo o híbrido e remoto, com novas formas de interação que não dependem apenas de telas e mesas.
Outra tendência observada foi o foco em bem-estar, com produtos que vão além dos rastreadores de saúde, como absorventes menstruais inteligentes e camas que auxiliam em estabilidade emocional. No campo profissional, isso pode refletir no suporte ao bem-estar mental e físico dos colaboradores, ampliando a atenção para além da produtividade.
Por fim, a CES 2026 mostrou que as competências humanas, como comunicação, empatia e criatividade, continuarão relevantes. Mesmo com o avanço tecnológico, habilidades exclusivas do ser humano serão essenciais para lidar com situações complexas e interpretar contextos que máquinas ainda não alcançam.
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