A Chevron elevou sua frota de navios para transportar petróleo da Venezuela, atingindo o maior volume desde março do ano passado. Neste mês, a empresa enviou 15 embarcações para escoar ao menos 200 mil barris diários, superando as nove enviadas no mês anterior.
Esse aumento ocorre após o controle dos EUA sobre o setor petrolífero venezuelano e o compromisso em combater o comércio ilegal de petróleo. A Chevron faz parte de uma operação alinhada à política americana e mantém o cumprimento das sanções vigentes.
O petróleo transportado pela Chevron tem como destino refinarias nos Estados Unidos, principalmente do projeto Petroboscan, uma joint venture com a estatal venezuelana PDVSA. Essa movimentação demonstra um reposicionamento estratégico da empresa na região.
A Chevron ampliou sua frota de navios para transportar petróleo venezuelano, atingindo o maior volume desde março do ano passado. A empresa enviou 15 embarcações este mês, frente a nove no anterior, para escoar ao menos 200 mil barris diários, conforme dados compilados pela Bloomberg.
Esse movimento ocorre após o controle dos EUA sobre o setor petrolífero da Venezuela, resultado da captura do líder Nicolás Maduro e do compromisso americano em combater o comércio ilícito de petróleo. Com o desaparecimento das cargas da chamada “frota fantasma”, a Chevron passou a aumentar seus volumes exportados.
Os embarques têm como destino refinarias norte-americanas, incluindo Valero Energy Corp. e Phillips 66. A maior parte do petróleo extraído pela Chevron vem do projeto Petroboscan, joint venture com a estatal venezuelana Petroleos de Venezuela SA. O petróleo Boscan responde por cerca de metade das cargas transportadas.
Estados Unidos também ativaram grandes tradings, como o Trafigura Group e Vitol Group, para gerenciar a venda de até 50 milhões de barris venezuelanos. A Chevron afirma que cumpre integralmente todas as sanções impostas pelos EUA e mantém a operação dentro dos parâmetros legais estabelecidos.
Essa movimentação indica um reposicionamento estratégico da Chevron na região, alinhado à política americana, além de impulsionar o escoamento da produção venezuelana para o mercado dos EUA.
Via InvestNews