Chevron negocia a compra de 30% da Ipiranga em operação estratégica

Chevron negocia 30% da Ipiranga em movimento estratégico da Ultrapar no mercado brasileiro.
09/03/2026 às 18:22 | Atualizado há 2 horas
               
Ultrapar negocia venda de 30% da Ipiranga para Chevron em acordo avançado. (Imagem/Reprodução: Braziljournal)

A Chevron está negociando a aquisição de 30% da Ipiranga, conforme apuração do Brazil Journal. As conversas avançam há cerca de um ano entre a Ultrapar e a Chevron, sócias da joint venture ICONIC. O preço estaria fechado, restando ajustar detalhes da governança da operação.

Essa negociação faz parte da estratégia da Ultrapar para focar em setores com maior potencial de crescimento. A Ipiranga, que já respondia por mais de 70% do EBITDA da Ultrapar, agora representa menos de 50%, com outras áreas em expansão. Não há venda total da Ipiranga, apenas a venda parcial desta fatia.

Mesmo em meio a tensões globais, como as no Oriente Médio, a negociação segue sem impacto confirmado até o momento. A operação pode influenciar a posição da Ultrapar no mercado e reacende especulações sobre sua atuação junto à Rumo.

A Chevron negocia a compra de 30% da Ipiranga, conforme apurado pelo Brazil Journal. As conversas entre a Ultrapar e a Chevron, sócias na joint venture de lubrificantes ICONIC, estão avançadas e duram cerca de um ano. As empresas já teriam fechado o preço e agora discutem detalhes sobre a governança da operação.

Essa negociação acontece em um momento estratégico, com a Ultrapar buscando ajustar seu portfólio para focar em negócios com potencial de crescimento maior. A Ipiranga, que já foi responsável por mais de 70% do EBITDA da Ultrapar, viu sua participação cair para menos de 50%, dado o crescimento de outras áreas da companhia.

Vale destacar que não há negociação para a venda total da Ipiranga, como foi especulado anteriormente. A participação que está sendo negociada é parcial e faz parte da estratégia da Ultrapar para reequilibrar seus investimentos.

A negociação pode ser afetada pelas tensões no Oriente Médio, mas não há confirmação sobre impactos diretos. O próximo passo é definir os termos finais do acordo, mas o negócio ainda pode não se concretizar.

Além disso, o movimento reacende as especulações sobre a Ultrapar assumir a participação da Cosan na Rumo. A Ultrapar já tem ações da Rumo e seu chairman, Marcos Lutz, teve papel fundamental na aquisição da antiga ALL pela Cosan. O BTG, banco mandatado pela Ultrapar para a venda da fatia na Ipiranga, também é acionista da Cosan e apoia essa possível transação.

A Ultrapar está avaliada em cerca de R$ 30 bilhões na bolsa, e essa operação terá impacto direto no posicionamento da empresa no mercado.

Via Brazil Journal

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