O primeiro-ministro chinês Li Qiang anunciou que o país vai ampliar a abertura da economia para empresas estrangeiras. O objetivo é buscar um comércio mais equilibrado após registrar um superávit recorde de US$ 1,2 trilhão em 2025.
Durante o Fórum de Desenvolvimento da China, foram destacadas medidas para aumentar as importações de produtos estrangeiros e incentivar investimentos em setores estratégicos. Além disso, o país quer oferecer tratamento igualitário a investidores estrangeiros para garantir segurança e crescimento.
Também foi ressaltado que, apesar do superávit em bens, a China tem déficit em serviços e não busca vantagem via desvalorização cambial. Essa postura visa tranquilizar parceiros internacionais e promover um desenvolvimento mais justo no comércio global.
O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, afirmou que a China vai ampliar a abertura da economia para empresas estrangeiras, buscando um comércio mais equilibrado com seus parceiros globais. A declaração foi feita durante o Fórum de Desenvolvimento da China em Pequim, após o país registrar um superávit comercial recorde de US$ 1,2 trilhão em 2025. Li destacou que a China pretende importar mais produtos estrangeiros de alta qualidade e promover um desenvolvimento comercial otimizado.
No evento, o presidente do banco central chinês, Pan Gongsheng, ressaltou que, apesar do grande superávit em bens, a China também apresenta déficit na conta de serviços, e afirmou que o país não busca vantagem competitiva via desvalorização cambial. Isso mostra uma tentativa de aliviar preocupações internacionais relacionadas ao desequilíbrio comercial.
Além disso, a China busca reverter a queda no investimento estrangeiro direto, que diminuiu 5,7% em janeiro, após uma redução de 9,5% em 2025. O governo ampliou a lista de setores elegíveis a incentivos para investidores estrangeiros, incluindo manufatura avançada, serviços modernos, áreas verdes e tecnologia de ponta.
Li Qiang reforçou que empresas estrangeiras receberão tratamento igual ao das nacionais, permitindo que investidores atuem com mais segurança e ambição no mercado chinês. No âmbito da proteção à propriedade intelectual, o ministro do Comércio, Wang Wentao, garantiu maior transparência e segurança para companhias internacionais, especialmente multilaterais farmacêuticas.
Via Forbes Brasil