Chinesas Keeta e 99Food entram na briga pelo delivery brasileiro

A entrada de Keeta e 99Food no Brasil promete transformar o mercado de delivery. Entenda as implicações para consumidores e restaurantes.
29/08/2025 às 08:22 | Atualizado há 12 horas
Disputa do iFood
Cade limita práticas do iFood, abrindo oportunidades para novos concorrentes poderosos. (Imagem/Reprodução: Investnews)

O mercado de delivery no Brasil está em transformação com a chegada das empresas chinesas Keeta e 99Food. Esses novos competidores ameaçam a hegemonia do iFood, que atualmente controla 83% do setor. As estratégias agressivas das duas gigantes prometem mudar o cenário, trazendo novos investimentos e inovações.

Com planos de investimento robustos, as plataformas vão oferecer a restaurantes tarifas mais baixas e atrativos para entregadores. O iFood, por sua vez, precisa se adaptar, investindo mais em tecnologia e serviços. A concorrência crescente pode beneficiar os consumidores com melhores preços e mais opções de escolha.

Além disso, a disputa pode estimular um debate sobre as condições de trabalho dos entregadores. A disputa entre iFood, Keeta e 99Food está apenas começando e poderá ter impactos significativos em diversos aspectos do setor.
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O cenário do delivery de comida no Brasil está prestes a se transformar. O Disputa do iFood, que detém a maior fatia do mercado, com 83% de participação, vê sua hegemonia ameaçada pela entrada de duas gigantes chinesas: Meituan, com a marca Keeta, e a Didi, que relança a 99Food após uma tentativa inicial sem sucesso. Essas empresas chegam com grandes investimentos e estratégias agressivas para conquistar o mercado.

O iFood, parte do portfólio da Prosus, enfrenta agora uma concorrência que promete acirrar o mercado, impactando restaurantes e consumidores. A disputa do iFood, que sempre dominou o setor, terá que se adaptar a este novo cenário. As empresas chinesas planejam investir em descontos, tecnologia e benefícios para entregadores, buscando atrair todos os envolvidos no ecossistema de delivery.

A história do iFood começou em 1997 com o Disk Cook, um catálogo de restaurantes em São Paulo. Em 2011, a plataforma digital nasceu, ganhando força em 2013 com a entrada da Movile e da Just Eat como investidoras. Essa combinação proporcionou ao iFood o capital necessário para crescer e eliminar concorrentes, como RestauranteWeb, PedidosJá e HelloFood.

Com 55 milhões de usuários e 200 milhões de pedidos mensais, o iFood construiu uma posição de liderança que parecia inabalável. No entanto, essa hegemonia enfrenta desafios significativos. A disputa do iFood se intensificou com a chegada de novos players, prometendo mudar o panorama do delivery no país. A empresa também investiu em tecnologia para analisar dados e otimizar suas operações.

A disputa do iFood também viu a concorrência sucumbir. A espanhola Glovo e o Uber Eats, por exemplo, não conseguiram se manter no mercado brasileiro. O Rappi sobreviveu, focando em outros segmentos. A primeira tentativa da 99Food também não obteve sucesso, mas agora a empresa retorna com uma nova estratégia e investimentos robustos.

Em 2023, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) determinou que os contratos de exclusividade do iFood com restaurantes eram abusivos. Essa decisão abriu espaço para a concorrência. A disputa do iFood ganha um novo capítulo com a volta da 99Food, que planeja investir R$ 1 bilhão, oferecendo taxas zero para restaurantes e renda mínima para entregadores.

A Meituan, maior plataforma de delivery do mundo, chega ao Brasil com a marca Keeta e um plano de investir US$ 1 bilhão em cinco anos. A estratégia inclui subsídios para restaurantes, bônus para entregadores e inovações como entregas por drones. A disputa do iFood agora envolve a gigante chinesa, elevando a competição a outro nível.

Antes mesmo de iniciar suas operações, a 99 e a Keeta já se enfrentam na justiça. A 99 acusa a Keeta de copiar sua identidade visual. A Keeta rebateu, alegando que a 99 restringe a operação dos restaurantes em poucas plataformas. A disputa do iFood se estende ao campo jurídico, mostrando a intensidade da competição.

O iFood também está reagindo. A empresa anunciou novos investimentos para fortalecer sua plataforma, aumentar a frequência de compras e fidelizar restaurantes. Além disso, expandiu suas operações para outros segmentos, como entregas de supermercado e farmácia. A disputa do iFood promete ser acirrada e impactar diversos setores.

O mercado de delivery brasileiro movimenta bilhões de reais e afeta consumidores, restaurantes e entregadores. Para os consumidores, a disputa do iFood pode resultar em promoções e serviços mais eficientes. Para os restaurantes, a concorrência pode significar taxas menores e mais opções de parceria. Para os entregadores, há promessa de melhores condições de remuneração.

A chegada das plataformas chinesas pode reacender o debate sobre as condições de trabalho dos entregadores. Investidores também estão atentos, pois a disputa do iFood pode mostrar se um monopólio consolidado pode ser desafiado ou se o iFood conseguirá manter sua posição dominante.

O mercado de delivery está aquecido, e a competição entre iFood, Keeta e 99Food promete movimentar o setor. Para os consumidores, isso pode significar mais opções e melhores preços. Resta saber quem sairá vitorioso dessa disputa do iFood e como o cenário do delivery se transformará nos próximos anos.

Essa competição redefine o cenário do delivery no Brasil, com impactos diretos para todos os envolvidos. Fique de olho nas próximas notícias para saber quem vai liderar essa corrida!

Via InvestNews

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Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.