Cidade nos EUA substitui avenidas por jardins e prioriza vida sustentável

Bairro nos EUA elimina carros e investe em jardins, caminhadas e mobilidade sustentável.
05/02/2026 às 19:41 | Atualizado há 3 horas
               
Culdesac Tempe: bairro sem carros, feito para pedestres e inovação urbana. (Imagem/Reprodução: Olhardigital)

Um bairro no Arizona, Estados Unidos, aboliu veículos particulares em sua configuração urbana, substituindo avenidas por jardins e espaços para pedestres. O projeto valoriza a mobilidade humana, a sustentabilidade e melhora a qualidade de vida ao reduzir poluição e ruídos.

O bairro aposta em distâncias curtas, com acesso fácil a serviços essenciais e conexão eficiente com o sistema de transporte público, que integra o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A ausência de carros permite mais segurança e estimula o comércio local, dinamizando a comunidade.

Além da manutenção facilitada graças à ausência de carros pesados, o modelo ganha atenção mundial como alternativa para cidades que desejam priorizar o contato das pessoas com áreas verdes e espaços comunitários.

Um novo conceito urbano surge com o bairro Culdesac Tempe, localizado no Arizona, EUA, que foi planejado para eliminar totalmente os veículos particulares. Isso marca um avanço na construção de cidades que favorecem a mobilidade humana, a sustentabilidade e a qualidade de vida. O projeto aposta em áreas verdes para reduzir as ilhas de calor e prioriza a caminhada e o uso de bicicletas ao substituir estacionamentos por praças.

Essa proposta se apoia em distâncias curtas, onde o acesso a serviços essenciais está disponível em poucos minutos a pé. Para manter a integração com o restante da cidade, o sistema de transporte conta com a conexão ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), garantindo mobilidade eficiente para os moradores.

Além da redução de ruídos e poluição, o bairro aumenta a segurança ao praticamente eliminar o trânsito de carros. Isso contribui para a saúde mental e física dos residentes. A ausência de garagens e a ampla área destinada a pedestres estimulam o comércio local, tornando o local atrativo para pessoas que buscam uma rotina mais ativa e comunitária.

Do ponto de vista financeiro, o custo inicial com infraestrutura especial é compensado pela manutenção simplificada, já que o solo sofre menos danos sem a circulação de carros pesados. O modelo tem despertado interesse global, com gestores urbanos avaliando a viabilidade de transformar centros usados pelo automóvel em espaços verdes e para pedestres.

Essa transição para uma cidade que valoriza a vivência sem carros privados sinaliza um caminho diferente para a ocupação do espaço urbano, destacando o protagonismo do ser humano, da sustentabilidade e de comunidades mais conectadas.

Via Olhar Digital

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