Dois cientistas italianos afirmam ter encontrado sinais de uma cidade extensa a quilômetros de profundidade sob a pirâmide de Quéfren, em Gizé. A descoberta foi baseada em imagens de radar sintético e reconstruções digitais, que podem mudar o entendimento sobre o Egito Antigo.
Entretanto, especialistas questionam a metodologia e a tecnologia usada, apontando limitações na detecção de estruturas tão profundas. A arqueologia egípcia já possui um panorama consolidado e a presença de água subterrânea desafia a hipótese dessa cidade.
O debate segue aberto, com análises futuras necessárias para clarear essas afirmações. Comparações a lendas como a Atlântida são feitas, mostrando o desafio em validar essa possível descoberta.
Dois cientistas italianos afirmam ter encontrado sinais de uma cidade gigantesca oculta a quilômetros de profundidade sob a pirâmide de Quéfren, em Gizé. A pesquisa, baseada em imagens de radar de abertura sintética e reconstruções digitais, pode mudar o que se sabe sobre o Egito Antigo. No entanto, o estudo ainda aguarda revisão por especialistas da área.
Especialistas em arqueologia e radar criticam a metodologia e apontam limitações sérias da tecnologia usada, pois não é comprovada para detectar estruturas tão profundas. O arqueólogo Flint Dibble observa que o público está receptivo a essas notícias por causa de relatos anteriores sobre câmaras secretas, mas alerta que o alcance do radar e a interpretação dos dados são problemáticos.
Um especialista da Universidade de Denver, Lawrence B. Conyers, descreve a ideia de uma cidade subterrânea como um “exagero”. Além disso, a arqueologia egípcia já tem um panorama consolidado sobre o que existe sob o planalto de Gizé, e a presença constante de água subterrânea dificulta a existência de grandes construções nesse nível.
Dibble sugere que, se essas estruturas existissem, estariam em um contexto totalmente diferente do imaginado, comparando a situação à lenda da Atlântida. O caso ainda gera debates e acompanhamentos futuros serão necessários para esclarecer essas afirmações.
Via Danuzio News