Claude agora permite importar histórico e memórias de outras inteligências artificiais

Claude lançou funcionalidade para importar memórias e histórico de outros chatbots como ChatGPT e Google Gemini.
03/03/2026 às 17:21 | Atualizado há 2 horas
               
A Claude facilita a migração ao permitir importar históricos de outros chatbots. (Imagem/Reprodução: Tecmundo)

A plataforma de inteligência artificial Claude, da Anthropic, lançou uma função que permite importar histórico e memórias de outros chatbots concorrentes, como ChatGPT, Google Gemini e Microsoft Copilot. Essa novidade evita que usuários precisem começar do zero ao trocar de serviço.

Para utilizar, o usuário deve acessar um site com um prompt personalizado, copiar e colar o comando no chatbot de origem para exportar os dados. Depois, essas informações são inseridas no Claude para atualização da memória no novo serviço.

O recurso está disponível para todos os usuários, gratuitos ou assinantes, e também possibilita a exportação de dados do Claude para outras IAs. A funcionalidade destaca a disputa crescente no mercado de IA, marcada por questões éticas e contratuais.

A plataforma de inteligência artificial Claude, da Anthropic, lançou um recurso que facilita a importação de histórico e memórias de outros chatbots. Essa novidade permite a migração de dados vindos de serviços concorrentes, como ChatGPT, Google Gemini e Microsoft Copilot, evitando que usuários precisem recriar suas informações do zero.

Para usar, o usuário acessa um site específico onde encontra um prompt personalizado. Esse comando deve ser copiado e colado no chat do outro chatbot para exportar suas memórias e preferências. Depois, os dados gerados são colados no Claude, onde é possível adicionar essas informações à memória do novo serviço.

Esse recurso está disponível para todos os usuários, tanto assinantes quanto os que usam a plataforma gratuitamente. Além disso, o Claude oferece uma função para exportar dados direto nas configurações, facilitando a transferência para outras IAs, caso o usuário deseje sair do serviço.

O lançamento pode ser interpretado também como uma resposta a um contexto político recente. A Anthropic perdeu um contrato com o Pentágono ao se recusar a cumprir pedidos para flexibilizar regras éticas no uso da IA, como vigilância interna. A OpenAI, que comanda o ChatGPT, assumiu essa parceria, apesar de críticas, e está avaliando mudanças no acordo.

Essa movimentação reforça a disputa no mercado de IA, onde as questões éticas e contratuais ganham relevância.

Via TecMundo

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