A colheita de soja no Brasil chegou a 30% da área plantada, segundo a consultoria AgRural. Apesar de ter avançado 9 pontos percentuais em relação à semana anterior, o ritmo está abaixo dos 39% registrados no mesmo período do ano passado, marcando a menor colheita para esta época desde 2020/21.
Os principais fatores para a desaceleração são o plantio tardio, o prolongamento do ciclo das lavouras e as chuvas durante a colheita, que variam conforme as regiões produtoras. Essa situação levanta preocupações quanto ao calendário da segunda safra e possíveis atrasos logísticos.
O ritmo mais lento pode impactar o escoamento e exportação da soja, mesmo diante da alta demanda global. O acompanhamento do progresso é crucial para produtores, traders e setores do agronegócio, influenciando oferta e preços no mercado nacional e internacional.
A colheita de soja no Brasil atingiu 30% da área plantada até a última quinta-feira, segundo dados da consultoria AgRural. Apesar do avanço de 9 pontos percentuais em relação à semana anterior, o ritmo está abaixo dos 39% registrados no mesmo período do ano passado, marcando o menor desempenho para esta época desde a safra 2020/21.
Entre os principais motivos para a desaceleração destacam-se o plantio tardio, o alongamento do ciclo das lavouras e as chuvas que ocorreram durante a colheita, fatores que variam conforme as regiões produtoras. Esse cenário acende um alerta para o calendário da segunda safra de grãos, pois indica possíveis atrasos e desafios logísticos.
Além disso, a situação pode impactar o escoamento e a exportação da soja, mesmo diante da demanda mundial pelo produto brasileiro. Obstáculos como esses mostram a complexidade da cadeia produtiva, que depende das condições climáticas e da eficiência nas operações de colheita e transporte.
O acompanhamento do progresso da colheita é essencial para produtores, traders e setores que dependem do agronegócio, especialmente ao considerar a influência direta nas estimativas de oferta e preços no mercado interno e externo.
Com atenção ao cenário atual, as próximas semanas serão decisivas para a aceleração da colheita e para minimizar os riscos que o ritmo mais lento pode trazer à próxima safra.
Via Forbes Agro