Conheça 5 produtos que a Nintendo vendeu antes de criar videogames

Descubra cinco itens comercializados pela Nintendo antes de sua entrada no mercado de games.
02/01/2026 às 11:22 | Atualizado há 2 semanas
               
A frase mistura elementos distintos e pode soar confusa; sugira algo mais coeso e direto. (Imagem/Reprodução: Super)

Antes de se tornar uma potência no mundo dos videogames, a Nintendo teve uma trajetória que começa em 1889, vendendo baralhos tradicionais. Nos anos 1960 e 1970, a empresa investiu em diversos produtos eletrônicos e brinquedos, como o Love Tester, que media o “amor” entre casais, e o carrinho dobrável Mamaberica, que apresentou problemas de segurança.

Outros lançamentos da época incluem a linha Kôsenjû, com armas de luz interativas, e telefones que transmitiam sons por luz, apesar das limitações técnicas e do alto preço. Em 1972, a Nintendo lançou o Ele-Conga, um instrumento musical eletrônico pioneiro em sua jornada de inovação.

Esses produtos revelam a diversidade e o espírito experimental da Nintendo antes de se consolidar no mercado de videogames, mostrando como a empresa misturava brinquedos, eletrônica e ideias inovadoras em seus primeiros anos.

Antes de se tornar um gigante dos videogames, a Nintendo já acumulava uma história de mais de 130 anos com produtos bem diferentes. Fundada em 1889, a empresa começou vendendo baralhos tradicionais e só depois migrou para brinquedos eletrônicos durante as décadas de 1960 e 1970.

Um dos lançamentos curiosos foi o Love Tester (1969), um dispositivo que mediria o “amor” entre casais pela condutividade de suas mãos segurando peças metálicas, funcionando praticamente como uma brincadeira eletrônica bem simples. Já em 1970, a Nintendo tentou entrar no mercado de produtos para bebês com o carrinho dobrável Mamaberica, que acabou sendo pouco confiável, pois podia prender dedos e se dobrar sozinho.

Também entre 1970 e 1976, a Nintendo lançou a linha de armas de luz Kôsenjû, com pistolas e rifles que disparavam raios luminosos para acionar sensores em brinquedos. A proposta associava luz e som, com objetivos interativos como roletas giratórias e animais que reagiam ao ser “atingidos”.

Em 1971, surgiram os telefones de luz que transmitiam sons via luz em vez de ondas de rádio, mas o preço elevado e o funcionamento limitado afastaram os consumidores, especialmente por conta da necessidade de alinhamento perfeito para operação.

Por fim, em 1972, o Nintendo Ele-Conga trouxe uma versão eletrônica do tambor com botões que reproduziam sons diferentes. O acessório Autoplayer permitia a reprodução de sequências programadas, tornando-se uma tentativa inicial de instrumento musical eletrônico.

Esses produtos mostram a diversidade e as tentativas da Nintendo antes de firmar seu caminho nos videogames, com abordagens que misturavam brinquedo, eletrônica e inovação experimental.

Via Super

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.