O e-commerce brasileiro segue em expansão, com os principais marketplaces dominando as vendas digitais. O Mercado Livre lidera, alcançando R$ 138,9 bilhões em volume bruto, superando até grandes varejistas físicos como o Carrefour.
Depois do Mercado Livre, o Magazine Luiza fica em segundo lugar, com R$ 46,1 bilhões, seguido pela Shopee e Amazon, que movimentam R$ 40 bilhões e R$ 39 bilhões, respectivamente. O Grupo Casas Bahia completa o top cinco, com receita de R$ 16,6 bilhões, refletindo a competitividade do setor.
Esses marketplaces vão além das vendas; eles se tornam centros de relacionamento com o consumidor. Utilizando dados para oferecer experiências personalizadas, essas plataformas influenciam o mercado e investem em armazenamento, expandindo sua presença no varejo.
O e-commerce no Brasil continua a crescer, com os principais maiores marketplaces do Brasil dominando o cenário de vendas digitais. De acordo com um estudo recente realizado pelo Instituto Retail Think Tank (IRTT), o Mercado Livre se destaca como o líder absoluto do setor, alcançando um volume bruto de vendas estimado em R$ 138,9 bilhões. Essa quantia coloca a plataforma à frente de grandes varejistas físicos, como o Grupo Carrefour.
Na segunda posição está o Magazine Luiza, que apresentou um faturamento de R$ 46,1 bilhões. Logo em seguida, a Shopee deve movimentar R$ 40 bilhões e a Amazon segue de perto, com vendas projetadas em R$ 39 bilhões. Completa a lista dos cinco primeiros o Grupo Casas Bahia, com uma receita de R$ 16,6 bilhões.
Atualmente, os marketplaces vão além de simples plataformas de venda. Eles se tornaram verdadeiros centros de relacionamento com os consumidores. Segundo o consultor Alberto Serrentino, esses players utilizam dados valiosos para criar experiências personalizadas e oferecer serviços adicionais, incluindo logística e opções financeiras. Essa transformação tem contribuído para um acirramento da competição no setor, com iniciativas como o Prime Day da Amazon e promoções mensais da Shopee atraindo um número crescente de usuários.
Vale mencionar que as estratégias adotadas pelos marketplaces têm impacto não só nas vendas online, mas também em setores relacionados, como o imobiliário. Muitos desses gigantes estão na vanguarda na locação de espaços de armazenagem, o que demonstra que a influência deles se estende além do mundo digital.
Em suma, o cenário dos maiores marketplaces do Brasil reflete uma dinâmica competitiva em ascensão, com essas plataformas desempenhando papéis cada vez mais importantes no ecossistema do varejo. Para 2024, o ranking dos 10 maiores marketplaces do Brasil é o seguinte:
1. Mercado Livre – R$ 138,9 bilhões
2. Magazine Luiza – R$ 46,1 bilhões
3. Shopee – R$ 40 bilhões
4. Amazon – R$ 39 bilhões
5. Grupo Casas Bahia – R$ 16,6 bilhões
6. Shein – R$ 15 bilhões
7. Grupo Carrefour Brasil – R$ 11,7 bilhões
8. RD Saúde – R$ 7,1 bilhões
9. GFG LatAm – Dafiti – R$ 4,4 bilhões
10. Americanas – R$ 3,1 bilhões
Esses números ilustram a continuidade da expansão do e-commerce no Brasil, que parece não mostrar sinais de desaceleração. As inovações e investimentos direcionados para aprimorar a experiência do consumidor indicam que o ambiente de varejo digital está cada vez mais adaptado às necessidades dos compradores.
Via Exame