A escassez de memória RAM, especialmente do modelo DDR4, está prevista para causar aumento nos preços de celulares, notebooks e outros eletrônicos no Brasil a partir de 2026. Essa situação decorre do redirecionamento da produção para chips usados em inteligência artificial, reduzindo a oferta das memórias comuns.
Além dos eletrônicos, gadgets como smart TVs, tablets e até carros serão impactados. No Brasil, fatores como câmbio e impostos ampliam os custos para o consumidor final. A alta dos preços da memória RAM reflete uma crise global marcada pela crescente demanda por tecnologia mais avançada.
Especialistas apontam que a crise da memória RAM deve elevar o preço de celulares, notebooks e outros eletrônicos no Brasil em 2026. A escassez da memória é consequência do redirecionamento da produção para chips mais avançados, usados em data centers de inteligência artificial (IA), reduzindo a oferta de memórias tradicionais, como a DDR4.
A memória RAM é fundamental para o desempenho dos dispositivos, armazenando temporariamente dados necessários para o funcionamento de aplicativos e sistemas. A queda na produção de DDR4, que equipa a maior parte dos eletrônicos de entrada e intermediários, pode levar fabricantes a reduzir a quantidade de memória nos produtos ou aumentar os preços.
O impacto será sentido também em outros gadgets que usam memória RAM, incluindo smart TVs, tablets, consoles, relógios inteligentes e carros. No Brasil, fatores como câmbio, impostos e logística intensificam os ajustes nos preços.
Dados recentes mostram que o preço de uma memória RAM DDR4 de 16 GB subiu cerca de 146% em poucas semanas, saltando de R$ 650 para aproximadamente R$ 1.599, conforme pesquisa da plataforma Zoom. A previsão é que o desabastecimento dure até 2027, com incertezas quanto ao fim da crise, já que a demanda por peças para IA cresce rapidamente.
Especialistas ressaltam que será necessário acompanhar o mercado de perto para entender os desdobramentos e avaliar como a cadeia produtiva se ajustará nos próximos anos.
Via g1