CSD BR já movimenta um terço do mercado brasileiro de swaps de balcão

CSD BR cresce e já intermedia 31% do mercado brasileiro de swaps de balcão sem garantia.
12/01/2026 às 11:22 | Atualizado há 3 horas
               
Redução de 75% nos custos; estoque atingiu R$ 13 trilhões em janeiro. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

A CSD BR, plataforma de registro e liquidação financeira, avançou para intermediar 31% do mercado brasileiro de swaps de balcão sem garantia, um crescimento significativo desde 2023. Essa expansão foi possível graças à automatização que reduziu custos e simplificou operações complexas, beneficiando principalmente fundos e clientes corporativos.

Além do desempenho em swaps, a empresa ampliou serviços para a liquidação de derivativos, representando atualmente um estoque de R$ 13 trilhões em operações. Em 2023, recebeu R$ 100 milhões em investimentos para fortalecer sua infraestrutura de mercado e competir com outras bolsas brasileiras, como Base Exchange e A5X.

A CSD BR, empresa que oferece infraestrutura para registro, depósito e liquidação de ativos financeiros, já representa cerca de 31% do mercado brasileiro de swaps de balcão sem garantia, avanço significativo frente aos 12% registrados em 2023. Esse crescimento está diretamente ligado à automatização da plataforma da companhia, que tornou mais viáveis operações antes consideradas complexas ou caras, como derivativos de crédito.

Segundo o CFO da CSD BR, Daniel Miranda, a redução da complexidade operacional reduziu os custos médios de registro em cerca de 75% quando comparados aos métodos tradicionais. Essa eficiência possibilita oferecer produtos com custos menores aos investidores finais, como fundos e clientes corporativos.

Além de melhorar seu desempenho no mercado de swaps, a empresa expandiu recentemente seus serviços para atuar também na liquidação de derivativos. Em janeiro de 2026, o estoque total de operações registradas pela CSD BR atingiu R$ 13 trilhões.

Em 2023, a CSD BR anunciou um aporte de R$ 100 milhões, liderado por instituições como Citi, Morgan Stanley e UBS, com o objetivo de ampliar sua presença nos três níveis da infraestrutura de mercado. Outras companhias, como a Base Exchange e a A5X, também manifestaram planos para criar novas bolsas no Brasil, focando em mercados à vista e derivativos, respectivamente.

Via InfoMoney

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.