Em 2025, o custo de viver como bilionário atingiu um novo recorde global, com compradores gastando US$ 532 milhões em um leilão de puro-sangue em Kentucky. O preço médio dos potros cresceu 23% em relação ao ano anterior, impulsionado por benefícios fiscais em vigor nos EUA.
Esse aumento mostra como o mercado de luxo continua aquecido, mesmo com a inflação de 5,5% para esse grupo, o dobro do índice geral. A riqueza acumulada dos bilionários alcança US$ 18,7 trilhões, com gastos expressivos em iates, jatos e serviços exclusivos como concierge.
Apesar da alta em vários segmentos de luxo, alguns serviços como gerentes de propriedade apresentaram queda, refletindo mudanças regionais. O cenário reafirma o impacto dos impostos e tendências globais nas finanças das pessoas mais ricas do mundo.
No último leilão de puro-sangue em Kentucky, compradores gastaram US$ 532 milhões, estabelecendo um recorde no custo de viver como um bilionário. O preço médio dos potros de um ano atingiu quase US$ 650 mil, um aumento de 23% em relação a 2024. Esse crescimento foi impulsionado por benefícios fiscais, permitindo a dedução total da compra no primeiro ano de propriedade, conforme o One Big Beautiful Bill Act do presidente Donald Trump.
O editor da BloodHorse, Eric Mitchell, compara a atual alta ao período dos anos 1980, quando deduções fiscais similares estimularam o mercado. Esse cenário evidencia como o mercado de luxo para bilionários está aquecido, mesmo diante de uma inflação mais alta para esse público em 2025, medida pelo índice CLEWI, que subiu 5,5% — o dobro do índice geral de preços ao consumidor.
Os bilionários somam uma fortuna conjunta de US$ 18,7 trilhões, e os gastos com luxo alcançaram US$ 1,7 trilhão em 2025, concentrando-se em experiências exclusivas como serviços de concierge, que passaram a custar até US$ 200 mil anuais. Itens como iates, jatos particulares e espingardas esportivas também tiveram aumentos significativos. Apesar disso, alguns serviços, como gerentes de propriedade, apresentaram queda nos valores, refletindo mudanças regionais no mercado.
Esse aumento no custo de viver como um bilionário mostra que, além da riqueza acumulada, o padrão de consumo dessas pessoas continua a puxar a inflação em segmentos ultraluxuosos, reforçando o impacto dos impostos e tendências globais nas finanças desse grupo.
Via Forbes Brasil