A reestruturação da CVC Corp, uma das líderes do turismo no Brasil, tem atraído atenção no mercado. Desde sua fundação em 1972, a empresa passou por desafios significativos, incluindo problemas contábeis e a devastadora pandemia de Covid-19. Em 2020, a CVC registrou um prejuízo de R$ 362 milhões, o que afetou sua reputação e levou à saída de diretores. Contudo, a CVC está se reinventando para recuperar seu lugar no setor.
Com o retorno da família Paulus ao controle, a empresa trouxe de volta o CEO Fábio Godinho e foca na sobrevivência inicial, renegociando dívidas e cortando custos. Uma nova estratégia incluiu a capitalização e a centralização nos pontos de venda físicos, com o objetivo de aperfeiçoar seu modelo de negócios. Olhando para o futuro, a CVC planeja abrir 200 novas lojas até 2025 enquanto investe em tecnologia e busca diversificação.
Agora, com a estabilidade financeira, a CVC ambiciona o crescimento, empregando inteligência artificial para aprimorar a experiência da clientela. Desafios como altas taxas de juros e questões geopolíticas ainda persistem, mas a companhia demonstra otimismo, especialmente após reportar um aumento de 30% na receita bruta no primeiro trimestre deste ano.
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A reestruturação da CVC Corp, gigante do turismo, é um tema de grande interesse para o mercado e para os viajantes. Fundada em 1972, a empresa se consolidou como uma das maiores da América Latina, mas enfrentou desafios significativos nos últimos anos. Uma análise da Forbes detalha como a companhia está se reinventando para voltar a trilhar o caminho do sucesso.
A CVC, que já foi sinônimo de viagens no Brasil, viu sua trajetória ser abalada por problemas contábeis e pela pandemia de Covid-19. Em 2020, a empresa reportou um prejuízo de R$ 362 milhões, além de enfrentar uma forte crise de reputação que culminou na saída de membros importantes da diretoria, incluindo o CEO da época. O valor de mercado da CVC, que chegou a ser de R$ 10 bilhões, despencou para menos de R$ 1 bilhão.
Para superar a crise, a família Paulus, fundadora da CVC, retomou o controle da empresa em 2023, trazendo de volta o executivo Fábio Godinho para o cargo de CEO. A estratégia inicial foi focada na sobrevivência, com renegociação de dívidas, corte de custos e recentralização do modelo de negócios nas lojas físicas. Uma das ações importantes foi a capitalização da empresa e a administração de passivos e ativos.
A segunda fase da reestruturação envolveu a construção de uma nova base para a CVC, com foco em modernização, mas sem perder a cultura original da empresa. A estratégia figital, que integra canais digitais e físicos, ganhou destaque, com investimentos em tecnologia e expansão das lojas físicas. A expectativa é abrir 200 novas lojas em 2025, e no B2C, a transformação figital da CVC tem sido fundamental.
Com a situação financeira estabilizada, a CVC agora busca crescimento com base em tecnologia, implementando inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente e aumentar a eficiência das vendas. A empresa também está atenta a possíveis aquisições, embora as altas taxas de juros no Brasil dificultem esse tipo de operação. A diversificação dos negócios, com destaque para o B2B, é outra prioridade da CVC.
Apesar dos avanços, a CVC ainda enfrenta desafios como as altas taxas de juros no Brasil e os conflitos geopolíticos internacionais, que afetam o setor de turismo. No entanto, a empresa demonstra otimismo em relação ao futuro, com planos de expansão e foco na transformação digital.
Para saber mais sobre a reestruturação da CVC Corp, e o futuro da empresa, Fábio Godinho concedeu entrevista a Forbes Brasil, onde ele detalha todo o processo de reestruturação da CVC Corp, as dificuldades que levaram a companhia à crise e ao novo momento do turismo brasileiro.
A companhia reportou também um aumento de 30% na receita bruta no primeiro trimestre deste ano, impulsionado pelo crescimento do B2C e do B2B. A reestruturação da CVC Corp parece estar no caminho certo para recuperar a confiança do mercado e voltar a ocupar um lugar de destaque no setor de turismo.
Via Forbes Brasil
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