Departamento de Defesa dos EUA confirma posse de armas de energia dirigida

Departamento de Defesa dos EUA confirma desenvolvimento e expansão de armas de energia dirigida.
23/01/2026 às 21:22 | Atualizado há 4 horas
               
Tecnologia avançada com armas a laser e micro-ondas pode ter sido usada na invasão. (Imagem/Reprodução: Tecmundo)

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos confirmou oficialmente que possui armas de energia dirigida, tecnologias que utilizam feixes de alta intensidade como lasers e micro-ondas para combate. Essas armas podem variar desde efeitos dissuasivos até destrutivos, dependendo da potência aplicada.

Além disso, o órgão informou que está investindo para ampliar a escala e a potência dessas armas, com orçamentos acima de US$ 1 bilhão em 2023. Rumores indicam que essas tecnologias podem ter sido usadas em operações na Venezuela, embora isso não tenha sido oficialmente confirmado.

Essas armas têm vantagens como menor custo por disparo, já que dependem apenas de energia elétrica, mas possuem limitações como alcance restrito e sensibilidade a condições climáticas adversas. Modelos mais fracos são usados para dispersar tropas, enquanto os mais potentes podem derrubar drones e veículos.

O Departamento de Guerra dos Estados Unidos confirmou oficialmente possuir armas de energia dirigida em publicação no X nesta sexta-feira (23). O órgão também informou que está trabalhando para ampliar a escala dessas tecnologias, aumentando sua potência.

Essa confirmação ocorre após rumores que indicaram o uso dessas armas durante a operação para capturar o presidente Nicolás Maduro na Venezuela. Relatos apontam que soldados venezuelanos teriam ficado “de joelhos” diante da ação do armamento misterioso.

As armas de energia dirigida utilizam feixes de alta intensidade, como lasers e micro-ondas, substituindo projéteis físicos. A energia disparada, que viaja à velocidade da luz, pode variar entre efeitos dissuasivos e destrutivos, dependendo da potência.

Elas são capazes de superaquecer alvos, derreter materiais ou interferir em sistemas eletrônicos. Além disso, o custo por disparo é menor, já que dependem apenas de energia elétrica. A limitação dessas armas está no alcance restrito e na sensibilidade a condições climáticas, como neblina e tempestades.

Existem versões mais fracas, usadas para afastar tropas com ondas milimétricas que causam desconforto, enquanto os modelos mais potentes são desenvolvidos para derrubar drones ou veículos.

Relatórios vazados do Pentágono indicam que, em 2023, o orçamento anual para o desenvolvimento dessas armas ultrapassava US$ 1 bilhão. A tecnologia inclui lasers e micro-ondas voltados para combate e desativação de ameaças, apesar de preocupações éticas e de saúde sobre seu uso.

Embora o uso durante a operação na Venezuela não tenha sido confirmado, uma fonte do setor de inteligência sugere que essa pode ter sido a primeira aplicação real em combate dos armamentos.

Via TecMundo

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