(Des)controle aborda o alcoolismo feminino e os desafios para buscar ajuda

Filme (Des)controle examina o alcoolismo feminino e a importância de reconhecer e pedir ajuda para superar o vício.
06/02/2026 às 20:21 | Atualizado há 11 horas
               
Filme brasileiro aborda alcoolismo feminino e o desafio de buscar apoio emocional. (Imagem/Reprodução: Tecmundo)

O filme (Des)controle retrata o alcoolismo feminino, evidenciando como a doença afeta mulheres de forma única. A trama acompanha Kátia, personagem vivida por Carolina Dieckmann, que enfrenta o vício e a dificuldade de ser aceita em sua rede de apoio.

Baseado na experiência pessoal da roteirista Iafa Britz, o filme destaca a importância de quebrar o silêncio e incentivar quem sofre a procurar ajuda. As diretoras reforçam a necessidade de dar voz a esse tema na sociedade.

A amizade e o apoio emocional são elementos centrais na história, mostrando que acolhimento e compreensão são essenciais na luta contra o alcoolismo feminino.

O filme (Des)controle aborda o alcoolismo feminino mostrando como esta doença afeta mulheres de forma distinta dos homens, misturando julgamentos sociais com perigos específicos. Carolina Dieckmann vive Kátia, personagem que enfrenta a luta contra o vício enquanto tenta manter uma rede de apoio, que inicialmente não aceita. A trama destaca a dificuldade de reconhecer a dependência e a importância de pedir ajuda para a recuperação.

A roteirista Iafa Britz baseou o roteiro em suas experiências pessoais, desejando que seu filme pudesse servir de identificação para quem enfrenta o problema. As diretoras Rosane Svartman e Carol Minêm reforçam que esse tema precisa ganhar espaço para quebrar o silêncio sobre o tema.

Para interpretar Kátia de forma realista, Carolina fez preparação intensiva, incluindo visitas a reuniões de Alcoólicos Anônimos, aprimorando tanto a expressão mental quanto corporal para refletir os efeitos do vício. Uma cena marcante é a transformação da personagem sob o efeito do álcool, representada simbolicamente por sua alter ego, que evidencia a perda de controle.

A amizade feminina surge como ponto vital na trama, personificada por Júlia Rabello, que interpreta Léo, amiga próxima de Kátia. A relação de apoio é retratada sem julgamentos, mostrando a importância do afeto na luta contra o alcoolismo feminino.

Via TecMundo

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