A Diaspora.Black, startup que conecta viajantes a experiências afrocentradas, está ampliando sua presença na Europa, com base em Lisboa, Portugal. A empresa impulsiona sua internacionalização e foca no mercado afroturístico europeu.
Para fortalecer a atuação local, a startup realizou um evento com mais de 100 participantes, engajando gestores públicos e executivos. A operação local vai priorizar modelos B2B e B2G, com parcerias e formação no setor turístico.
Com a expansão, a Diaspora.Black prepara uma rodada Série A de US$ 3 milhões para acelerar o crescimento tecnológico e comercial, projetando dobrar o faturamento até 2026 e fortalecer o turismo da diáspora africana entre continentes.
A startup Diaspora.Black, que conecta viajantes a experiências afrocentradas, está ampliando sua atuação para a Europa com base em Lisboa, Portugal. A mudança faz parte de sua estratégia de internacionalização, que até então ocorria de forma mais dispersa, incluindo um escritório nos Estados Unidos desde 2023. A escolha por Portugal se deve à descoberta de um mercado afroturístico ainda pouco explorado no país.
Para avaliar a receptividade local, a Diaspora.Black realizou um evento que ultrapassou a expectativa de público, atraindo mais de 100 participantes, entre eles gestores públicos e executivos. Isso levou a empresa a abrir uma operação local voltada principalmente para o modelo B2B e B2G, desenvolvendo produtos turísticos, ações de formação e parcerias com políticas públicas.
Segundo o CEO Carlos Humberto, Portugal é estratégico por sua localização que conecta Europa, África e América Latina, abrindo portas para fortalecer o turismo dentro da diáspora africana e entre esses continentes. A startup segue operando como marketplace e Destination Management Company (DMC), estruturando experiências e capacitando agentes do setor, além de colaborar com instituições como BNDES, BID e CAF.
Com o avanço na Europa, a empresa prepara uma rodada Série A de US$ 3 milhões para acelerar a expansão tecnológica e comercial. Cresceu financeiro e projeta dobrar seu faturamento em 2026, atingindo R$ 18 milhões. O foco continua na estruturação de mercados de afroturismo em diferentes países, buscando combinar tecnologia com desenvolvimento econômico sustentável.
Via Startups