Destroços de um drone iraniano foram localizados em uma instalação petrolífera nos Emirados Árabes Unidos, enquanto um míssil atingiu o heliponto da embaixada dos EUA em Bagdá, no Iraque. A região vive tensão crescente entre Estados Unidos, Israel e Irã.
O complexo americano no Iraque, uma das maiores instalações diplomáticas dos EUA, teve sua segurança elevada ao nível máximo. Incêndios foram relatados nos EAU após a interceptação do drone, mas ainda não há confirmação dos responsáveis pelos ataques.
Esses eventos indicam uma escalada do conflito na região, com potenciais retaliações e riscos à segurança. Autoridades monitoram a situação de perto enquanto tensões políticas e militares aumentam.
Destroços de um drone iraniano interceptado foram encontrados em uma instalação petrolífera nos Emirados Árabes Unidos (EAU). No mesmo contexto, um míssil atingiu um heliponto dentro do complexo da embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, capital do Iraque, enquanto o conflito envolvendo os Estados Unidos, Israel e Irã chega à terceira semana.
Imagens divulgadas mostraram uma coluna de fumaça sobre a embaixada dos EUA em Bagdá, que tem sido alvo frequente de ataques por foguetes e drones lançados por milícias alinhadas ao Irã. Autoridades dos EAU também registraram um incêndio no porto de Fujairah, desencadeado após a interceptação de um drone. Até o momento, não há informações sobre os responsáveis pelo ataque ao heliponto americano.
O complexo americano no Iraque é uma das maiores instalações diplomáticas dos Estados Unidos no mundo. Após os ataques, a embaixada renovou o alerta de segurança para Nível 4 no Iraque, indicando risco elevado para funcionários e visitantes.
Na sexta-feira, o então presidente Donald Trump informou que as forças americanas haviam destruído instalações militares na ilha iraniana de Kharg, local onde está o principal terminal para exportação de petróleo no país. Trump também avisou que a infraestrutura petrolífera do Irã poderia ser o próximo alvo caso o país siga com interferências no Estreito de Ormuz.
Para o presidente do parlamento iraniano, essas ações podem gerar uma nova onda de retaliações, elevando a tensão na região.
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