O mercado de drones autônomos deve crescer para US$ 209,9 bilhões até 2030, impulsionado por setores como logística e defesa. Diferente dos drones controlados remotamente, esses aparelhos operam sem intervenção humana, utilizando sistemas de visão computacional para navegar e executar tarefas com segurança.
A principal tecnologia por trás da autonomia é a inteligência artificial, que permite o reconhecimento rápido de objetos e a tomada de decisões em milissegundos. A comunicação entre drones, facilitada pelo 5G e Edge Computing, amplia as possibilidades de uso em operações coordenadas.
No Brasil, a legislação da ANAC regula o uso desses drones, exigindo piloto remoto e limitando a altitude para 120 metros. Eles já são usados em agricultura, energia e segurança, com ganhos em eficiência, mas a regulamentação e a segurança cibernética ainda são desafios para a expansão do setor.
O mercado de drones autônomos deve crescer para US$ 209,9 bilhões até 2030, impulsionado principalmente pelos setores de logística e defesa. Diferentemente dos drones controlados remotamente, esses veículos voam, navegam e executam tarefas sem intervenção humana, o que representa um avanço significativo em automação aérea. Equipados com sistemas de visão computacional, eles podem mapear o ambiente e desviar obstáculos sozinhos.
A principal tecnologia que garante essa autonomia é a inteligência artificial, que permite ao drone reconhecer objetos e reagir em milissegundos usando algoritmos de machine learning. O processamento local dos dados, conhecido como AI-on-board, reduz atrasos e torna as respostas mais rápidas. Além disso, a integração com redes 5G e Edge Computing facilita a comunicação entre múltiplos drones, permitindo operações em grupo.
Em geral, os drones autônomos industriais voam de 30 a 60 minutos com baterias de lítio; modelos de asa fixa conseguem superar quatro horas. No Brasil, a legislação exige que haja sempre um piloto remoto pronto para assumir o controle, proibindo operações totalmente independentes no espaço aéreo civil. A ANAC regula o uso, definindo regras como altitude máxima de 120 metros e obrigatoriedade de cadastro e seguro.
Em setores como agricultura, energia e segurança, esses drones já geram resultados concretos, diminuindo custos e aumentando a eficiência. A principal barreira para a expansão está nas regulamentações e na segurança contra possíveis ataques cibernéticos. À medida que novas redes e normas surgem, o uso desses veículos tende a se tornar mais comum e seguro.
Via TecMundo