O investidor Stanley Druckenmiller ampliou sua exposição ao mercado brasileiro comprando 3,6 milhões de cotas do ETF EWZ, que reúne ações brasileiras e é negociado em Nova York. A posição, avaliada em US$ 135 milhões, cresceu no último trimestre de 2023, e ele também adquiriu opções de compra desse ETF.
Paralelamente, Druckenmiller vendeu todas as suas ações do Nubank, que valiam cerca de US$ 25 milhões. Essa mudança foi uma das maiores no portfólio do gestor no período, refletindo uma realocação em seus investimentos.
Além disso, o gestor investiu em ETFs do setor financeiro e diversificou em outras empresas como Alphabet, Amazon, Delta e United Airlines, enquanto reduziu posições em companhias como Meta e bancos tradicionais.
Stanley Druckenmiller, investidor reconhecido nos EUA, ampliou sua exposição ao mercado brasileiro ao comprar 3,6 milhões de cotas do ETF EWZ, focado em ações brasileiras e negociado em Nova York, durante o último trimestre de 2023. A posição atingiu US$ 113 milhões no fim de dezembro e já está avaliada em US$ 135 milhões. Além disso, o family office de Druckenmiller, Duquesne, adquiriu opções de compra (calls) do EWZ.
Paralelamente, a gestora eliminou completamente sua posição em Nubank, que consistia em 1,45 milhão de ações, valendo US$ 23,3 milhões no terceiro trimestre, podendo alcançar cerca de US$ 25 milhões atualmente. Essa foi a terceira maior alteração no portfólio de Druckenmiller no período.
As movimentações mais relevantes no fim do ano incluíram também a compra de 5,5 milhões de cotas do ETF Financial Select Sector (US$ 300 milhões) e de 1,2 milhão de cotas do Invesco S&P 500 Equal Weight (US$ 225 milhões). Juntas, essas duas posições formam 11% da carteira da Duquesne, indicando interesse em setores financeiros e uma diversificação fora das grandes tecnológicas.
Novos investimentos foram abertos em companhias como Alcoa, Delta, United Airlines, American Airlines, além do aumento da posição em ações da Alphabet e Amazon. A Duquesne também zerou investimentos em Meta, Citi e Bank of America, enquanto adicionou uma nova posição em Goldman Sachs.
O maior ativo da carteira permanece sendo Natera, empresa de testes genéticos, embora a gestora tenha reduzido investimentos em Teva e Insmed no mesmo setor.
Via Brazil Journal