A fusão entre as empresas capixabas Mogai e Etaure deu origem à Nova Mogai, que projeta faturar R$ 16 milhões até 2026. A empresa continuará atendendo grandes indústrias brasileiras e ampliará sua atuação para mercados nos EUA e Moçambique.
Com previsão de faturamento de R$ 20 milhões em 2027, a estratégia da Nova Mogai inclui o fortalecimento do setor comercial e a expansão em setores como siderurgia, mineração e agronegócio. O quadro de funcionários deve crescer 40%, chegando a 110 colaboradores ainda em 2024.
As empresas capixabas Mogai e Etaure se uniram em uma fusão para formar a Nova Mogai, que deve alcançar R$ 16 milhões em faturamento até 2026. A nova empresa seguirá atendendo grandes indústrias brasileiras como ArcelorMittal, Gerdau e Vale, e ampliará sua atuação para mercados estrangeiros nos Estados Unidos e Moçambique.
Franco Machado, CEO da Mogai e fundador da startup na Ufes, prevê que em 2027 a receita da companhia suba para R$ 20 milhões, com crescimento em contratos atuais e novos. A estratégia inclui fortalecer o setor comercial para ampliar a oferta de soluções tecnológicas para indústrias siderúrgicas, mineradoras, de cimento e agroindústrias.
Com clientes americanos, a Nova Mogai pretende abrir escritório nos Estados Unidos para atender diretamente as matrizes dessas empresas. Na África, negociações avançam para um novo projeto em Moçambique, retomando operações ligadas à Vale. Na América do Sul, o foco será a expansão nos países vizinhos, aproveitando a internacionalização de clientes do agronegócio.
A companhia investe em tecnologias que combinam imagens de satélite e inteligência artificial para estimar a produtividade agrícola com alta precisão. Entre as soluções, destacam-se sistemas de monitoramento da produção e controle de estoques, que utilizam até feixes de laser para modelar volumes de minério e grãos.
Com a fusão, o quadro de funcionários deve crescer 40%, passando de 80 para 110 colaboradores ainda em 2024.
Via Tribuna Online