A EMS concluiu a compra da Medley, tornando-se a maior farmacêutica de genéricos no Brasil, com cerca de 30% de participação no mercado. A aquisição visa expandir a produção, especialmente com o lançamento de genéricos para canetas injetáveis, segmento que movimenta R$ 11 bilhões globalmente.
Além de lançar versões nacionais de canetas emagrecedoras com liraglutida, a EMS planeja desenvolver outras opções após a expiração das patentes vigentes. A Medley mantém unidade produtiva em Campinas, próxima à sede da EMS, facilitando ganhos operacionais e investimentos futuros.
O mercado brasileiro de genéricos cresce 10% ao ano e movimenta cerca de R$ 32 bilhões. A fusão fortalece a indústria nacional, amplia o acesso a medicamentos e ajuda a reduzir preços, contribuindo para a sustentabilidade do setor farmacêutico no país.
A EMS anunciou a compra da Medley, o que a posiciona como a maior farmacêutica de genéricos no Brasil, com cerca de 30% a 31% do mercado após aprovação das autoridades regulatórias. Esta aquisição faz parte de uma estratégia para ampliar a produção, principalmente com a chegada dos genéricos para canetas injetáveis, que movimentam R$ 11 bilhões mundialmente e devem crescer com a concorrência.
Além da expansão em genéricos, a EMS já lançou versões nacionais para canetas emagrecedoras com liraglutida e deve trabalhar no desenvolvimento de outras, como a semaglutida, após a expiração das patentes dos medicamentos originais. O negócio, que envolveu uma disputa com empresas como Sun Pharma, Hypera, Biolab e Aché, reforça o crescimento e a presença da EMS no mercado farmacêutico brasileiro.
A Medley mantém fábrica em Campinas, perto da sede da EMS em Hortolândia, SP, um fator que traz ganhos em eficiência. A empresa planeja investir na unidade e no quadro de funcionários. Também há possibilidade de uma nova fábrica em Manaus, aproveitando benefícios fiscais da região, mesmo com a reforma tributária.
O mercado brasileiro de genéricos movimenta cerca de R$ 32 bilhões, com crescimento de 10% ao ano. A fusão contribui para fortalecer a indústria nacional, ampliar o acesso a medicamentos e reduzir preços, especialmente após o vencimento de patentes importantes. O setor farmacêutico, que faturou R$ 226 bilhões em 2025, tem os maiores laboratórios entre empresas nacionais.
Via InfoMoney