Entenda o cenário econômico e comercial da China para 2026

Descubra as principais tendências econômicas e comerciais da China em 2026 para negócios globais.
13/01/2026 às 06:02 | Atualizado há 2 horas
               
A descrição destaca temas óbvios e tendências sutis que merecem atenção na narrativa atual. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

A China encerrou 2025 com um superávit comercial acima de US$ 1 trilhão e crescimento do PIB de 5%, após enfrentar desafios como atritos comerciais e baixa demanda interna.

Para 2026, o país segue como um ator chave no comércio global, com destaque para sua força em manufatura, exportações diversificadas e avanço em setores como inteligência artificial e veículos elétricos.

Multinacionais precisam se adaptar à competição acirrada, focar em inovação e diferenciação para aproveitar as oportunidades na economia chinesa mais dinâmica e tecnológica.

Em 2025, a China enfrentou desafios com atritos comerciais e uma demanda interna fraca, mas encerrou o ano com um superávit comercial recorde acima de US$ 1 trilhão e crescimento do PIB estável em 5%. Para 2026, especialistas destacam que o país continuará sendo um ator importante no cenário global, apesar das incertezas tarifárias e do avanço dos concorrentes locais.

A economia chinesa mantém sua força na manufatura e nas cadeias de suprimentos, com exportações diversificadas principalmente para o Sul Global, incluindo a Asean, América Latina e África. Assim, a participação da China no comércio mundial permanece robusta, exigindo das multinacionais maior flexibilidade e capacidade de adaptação para competir.

No consumo, apesar da confiança baixa e do mercado imobiliário estagnado, os chineses seguem gastando em turismo, cultura e veículos elétricos, indicando um mercado que valoriza inovação e diversidade de ofertas. Marcas globais precisam apresentar propostas que despertem esse interesse, já que competir apenas por preço não é suficiente.

Além disso, o ambiente empresarial interno é marcado pela “involução”, uma competição acirrada que pressiona margens, enquanto o investimento desacelera após uma fase de superexpansão. Empresas que apostam em tecnologia, serviços e diferenciação de marca tendem a obter vantagem.

A China também cresce como investidora global, ampliando presença em mercados da América Latina, Oriente Médio e Europa, e seu setor de IA avançou rapidamente, com destaque para o modelo de código aberto da DeepSeek. Essa tecnologia tem potencial para remodelar a produtividade industrial e impulsionar o PIB até 2040.

Para negócios internacionais, estar pronto para lidar com a velocidade, custo e inovação chinesa será crucial para aproveitar as oportunidades no país no ano do cavalo.

Via InfoMoney

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.