O Sistema Único de Saúde (SUS) no Espírito Santo já aplicou o anticorpo monoclonal Nirsevimabe em 555 bebês prematuros e crianças com até 24 meses que têm comorbidades. Essa ação busca prevenir infecções causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que é responsável por muitos casos de bronquiolite e hospitalizações infantis.
O Nirsevimabe é indicado para prematuros com até 36 semanas e seis dias de gestação e crianças até dois anos com condições específicas como cardiopatia congênita e imunodeficiência. A aplicação é feita em dose única, facilitando a adesão, e ocorre preferencialmente nas maternidades ao longo do ano. Essa estratégia pretende diminuir casos graves e internações causadas pelo vírus no estado.
O Sistema Único de Saúde no Espírito Santo já aplicou o anticorpo monoclonal Nirsevimabe em 555 bebês prematuros e crianças com até 24 meses com comorbidades, quase um mês após o início da estratégia de proteção ao vírus sincicial respiratório (VSR). Esse imunizante visa prevenir infecções causadas pelo vírus sincicial respiratório, que está ligado a muitos casos de bronquiolite e internações em bebês.
O Nirsevimabe é indicado para recém-nascidos prematuros com até 36 semanas e seis dias de gestação, independentemente do peso, além de crianças até dois anos que tenham condições específicas como cardiopatia congênita, broncodisplasia, imunodeficiência, síndrome de Down, fibrose cística, doenças neuromusculares ou anomalias das vias aéreas.
Esta tecnologia é uma novidade no SUS, que antes usava o Palivizumabe, com cinco doses mensais. O Nirsevimabe é aplicado em dose única, o que facilita a adesão e amplia a cobertura. A Secretaria da Saúde do Espírito Santo trabalha junto aos municípios para localizar os bebês que se enquadram nos critérios, sobretudo prematuros nascidos a partir de agosto de 2025 e crianças com comorbidades.
A aplicação ocorre ao longo do ano para prematuros, preferencialmente na maternidade, e para crianças com comorbidades entre fevereiro e agosto, período de maior circulação do vírus. O imunizante é administrado por via intramuscular, seguindo protocolos rigorosos. Até a semana epidemiológica 5, foram registradas cinco Síndromes Respiratórias Agudas Graves ligadas ao VSR, todas em crianças menores de quatro anos.
Em 2025, o vírus foi responsável por 18,9% dos casos graves no estado, com 20 mortes relacionadas, oito delas em crianças pequenas. A adoção do Nirsevimabe é crucial para reduzir internações e proteger os bebês do Espírito Santo.
Via ESHoje