A Estação Espacial Internacional (ISS) terá sua operação estendida até 2032, segundo aprovação recente da Lei de Autorização da NASA para 2026. Inicialmente, a estação já ultrapassou o prazo original de 15 anos, graças a manutenção constante.
O Congresso dos EUA apoia a extensão para evitar uma lacuna entre a ISS e futuras estações comerciais. A desativação da ISS deve ocorrer com reentrada controlada na atmosfera, garantindo a presença contínua dos EUA no espaço.
Enquanto isso, empresas privadas trabalham em plataformas comerciais para substituir a ISS. Essa transição visa manter pesquisas e testes tecnológicos no espaço, inclusive com apoio ao programa Artemis para expansão lunar.
A Estação Espacial Internacional (ISS) poderá continuar em operação até 2032, conforme prevê a recente aprovação da Lei de Autorização da NASA para 2026. Inicialmente prevista para funcionar por cerca de 15 anos desde 1998, a estação já ultrapassou seu prazo original graças à manutenção constante.
O Congresso dos EUA, via Comitê de Comércio, Ciência e Transporte do Senado, apoia essa extensão para evitar uma lacuna entre a ISS e estações espaciais comerciais futuras. A transição dependerá da comprovação de que plataformas privadas possam assumir as funções científicas e operacionais da ISS por pelo menos um ano.
Nos planos da NASA, a desativação da estação incluiria uma reentrada controlada na atmosfera, com destroços caindo no “Cemitério das Espaçonaves”, localizado no Ponto Nemo, no Pacífico Sul. A previsão anterior de aposentadoria ao redor de 2030 considerava a dificuldade de substituir módulos estruturais essenciais da ISS.
A extensão até 2032 garante que a agência espacial americana mantenha uma presença orbital constante enquanto empresas privadas desenvolvem estações comerciais. Essa medida visa manter as atividades de pesquisa e testes tecnológicos no espaço e evitar a ausência da infraestrutura estadunidense antes da aceitação comercial dessas novas plataformas.
Enquanto isso, a única estação tripulada em atividade além da ISS seria a chinesa Tiangong. A legislação também reforça apoio ao programa Artemis, que tem como meta ampliar a presença humana na Lua de forma sustentável.
Via Olhar Digital