Em março de 2020, diante da crise e risco de falência, a rede de pizzarias Pizza Prime adotou uma estratégia focada na adaptação para delivery e controle de custos. A empresa manteve suas unidades abertas e otimizou processos, aproveitando a estrutura já voltada para o serviço de entrega.
Entre 2020 e 2022, a rede quase dobrou de tamanho, chegando a mais de 80 lojas em 11 estados e faturando cerca de R$ 200 milhões por ano. Apesar da expansão acelerada, a Pizza Prime enfrenta desafios como o aumento no custo dos ingredientes e busca fortalecer sua operação de delivery.
Com planos de expansão para cidades menores e novos formatos, a rede investe em tecnologia e padronização para manter o crescimento sustentável. O foco é o mercado brasileiro, apostando no atendimento automatizado e unidades maiores para controle de custos e qualidade.
Em um momento crítico em março de 2020, a rede de pizzarias Pizza Prime enfrentava a possibilidade de falência com 12 lojas em implantação pelo modelo de franquias. Gabriel Concon, fundador da rede, conta que a resposta foi focar no trabalho, cancelando despesas e priorizando a abertura das unidades, já adaptadas para o delivery, que viria a ser essencial durante a pandemia.
Enquanto o setor de alimentação precisou aprender rápido o sistema delivery, a Pizza Prime já possuía essa operação como base. A empresa manteve suas unidades abertas mesmo com restrições, adaptando o serviço para ser mais eficiente e padronizado.
Entre 2020 e 2022, a rede quase dobrou de tamanho e passou a faturar cerca de R$ 200 milhões por ano, atuando com mais de 80 lojas em 11 estados e empregando cerca de mil colaboradores. Embora a expansão tenha sido acelerada, o aumento dos custos de ingredientes, como a alta no preço da mussarela, provocou queda nas margens.
Hoje, a Pizza Prime concentra seus esforços em fortalecer a operação de delivery, responsável por mais de 90% dos pedidos. Está em construção uma unidade de produção quatro vezes maior, projetada para atender até 300 lojas com padronização e controle de custos rigoroso, além de investir em tecnologia para automatizar o atendimento e otimizar processos.
Apesar de sondagens internacionais, o foco permanece no mercado brasileiro, com planos para formatos que alcancem cidades menores e ambientes variados, como quiosques em universidades e aeroportos.
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Via InfoMoney