A Randstad Research divulgou um estudo sobre o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho brasileiro. Quase 10 milhões de empregos, principalmente em funções repetitivas e administrativas, podem ser automatizados. Além disso, 17,3 milhões de trabalhadores terão aumento de produtividade, mas precisarão desenvolver novas habilidades.
O levantamento indica que surgirão cerca de 7,1 milhões de empregos em áreas de inovação e tecnologia até 2034, com destaque para setores de TI, telecomunicações e finanças. Setores como agricultura e construção devem manter estabilidade, com pouca influência da IA.
Apesar de 25% dos trabalhadores já utilizarem ferramentas de IA, 77% não receberam treinamento formal. O estudo alerta para a necessidade de investimento em qualificação e adaptação para garantir a empregabilidade diante das mudanças tecnológicas.
A Randstad Research divulgou um estudo que mostra como a inteligência artificial deve modificar o mercado de trabalho no Brasil nos próximos anos. Mesmo que o uso da tecnologia seja baixo, seus efeitos já são visíveis e devem crescer rápido. Atualmente, só 16,9% das médias e grandes indústrias adotam IA, enquanto 75% das empresas globais planejam usar essa tecnologia nos próximos cinco anos.
O levantamento indica quatro impactos principais da IA: automação, aumento da produtividade, criação de empregos e atividades estáveis. São quase 10 milhões de empregos que podem ser automatizados, principalmente funções repetitivas e administrativas. Outros 17,3 milhões de trabalhadores devem ver sua produtividade aumentar sem perder o emprego, mas exigindo novas habilidades.
Além disso, prevê-se o surgimento de 7,1 milhões de novas vagas até 2034, focadas em inovação e tecnologia, especialmente em áreas como TI, telecomunicações e finanças. Contrariamente, setores como agricultura e construção terão pouca interferência da IA e estabilidade nas funções.
Uma pesquisa qualitativa com mais de 800 brasileiros revelou que um quarto dos trabalhadores já usa ferramentas de IA, mas 77% não receberam treinamento formal, apesar de que 87,6% têm interesse em aprender. Também há preocupação: 60% temem perder seus empregos para a automação, principalmente em setores administrativos e financeiros.
O estudo recomenda que empresas invistam em qualificação contínua e na adoção responsável da IA, preparando equipes e líderes para as mudanças. A adaptabilidade será fundamental para que os profissionais mantenham a empregabilidade na próxima década.
Via TI Inside