Estudo sugere que moais da Ilha de Páscoa foram transportados ‘andando’

Pesquisa aponta que antigas estátuas da Ilha de Páscoa, os moais, foram movidas de pé com cordas por pequenos grupos. Evidências de marcas no solo e testes com réplicas explicam o enigma polinésio.
27/11/2025 às 13:45 | Atualizado há 2 dias
               
Estátuas da Ilha de Páscoa
Novo estudo: moais movidos em zigue-zague vertical!. (Imagem/Reprodução: Redir)

As estátuas moais da Ilha de Páscoa, conhecidas como Rapa Nui, pesam até 80 toneladas cada. Por décadas, cientistas investigam como os antigos habitantes as transportaram pelo terreno isolado no Pacífico.

Nova hipótese sugere que foram deslocadas ‘andando’, balançadas de lado com cordas por grupos pequenos. Marcas no solo e experimentos com réplicas confirmam a engenharia polinésia sem rodas ou animais.

As Estátuas da Ilha de Páscoa, conhecidas também como moais na região de Rapa Nui, continuam a despertar curiosidade entre cientistas. Esses monumentos impressionam pelo tamanho e pela posição isolada no Pacífico.

Há décadas, pesquisadores debatem o principal enigma: como os antigos habitantes as transportaram? O território, chamado Rapa Nui pelos originais, abriga centenas dessas figuras de pedra.

Estudos recentes sugerem métodos criativos para mover as estátuas. Uma hipótese aponta que elas foram deslocadas de pé, simulando uma caminhada. Essa ideia ganha força com experimentos e análises de campo.

A Ilha de Páscoa, ou Rapa Nui, fica a milhares de quilômetros da costa chilena. Seus moais pesam até 80 toneladas cada. O transporte desafia explicações simples.

Novas evidências, como marcas no solo e testes com réplicas, apoiam a teoria da “caminhada”. Grupos pequenos poderiam balançá-las de lado, usando cordas.

Essas descobertas ajudam a entender a engenharia polinésia antiga. Elas mostram habilidades surpreendentes sem rodas ou animais de tração.

O mistério persiste, mas avanços revelam mais sobre a cultura local. Fique de olho em pesquisas futuras sobre Rapa Nui.

Moais em risco pelo mar.

Via Folha de S.Paulo

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