O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as empresas petrolíferas americanas irão operar na Venezuela, com objetivo de recuperar a produção de petróleo do país, que possui uma das maiores reservas mundiais. Segundo Trump, os investimentos serão feitos sem custo para os EUA, financiados pela exploração local.
Ele destacou que as petrolíferas planejam reparar a infraestrutura debilitada da indústria venezuelana, que foi nacionalizada na década de 1970. A Chevron é a única grande empresa americana atualmente atuando no país, mas outras companhias devem retornar neste processo. O anúncio reforça a presença dos EUA na região em meio a pressões políticas e econômicas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o país manterá presença na Venezuela por tempo indefinido, até que uma transição de poder “segura” aconteça. Ele destacou que as empresas petrolíferas dos EUA estão prontas para entrar no território venezuelano e investir na recuperação da produção de petróleo, setor estratégico para o país, que detém 17% das reservas mundiais.
Segundo Trump, grandes companhias americanas vão aplicar bilhões para reparar a infraestrutura petrolífera venezuelana, cujo estado atual é considerado precário. Ele ressaltou que a operação “não custará um centavo” aos EUA, pois os custos serão cobertos pela exploração do petróleo local.
O presidente acusou os governos anteriores venezuelanos de terem se apropriado indevidamente da indústria petrolífera, desenvolvida com capital e mão de obra dos EUA. Em 1976, a Venezuela nacionalizou o setor ao criar a estatal PDVSA, expropriando ativos das empresas internacionais.
Atualmente, a Chevron é a última grande petrolífera americana com atuação no país, operando sob autorização especial e exportando cerca de 150 mil barris diários para a Costa do Golfo dos EUA. Outras empresas como Exxon Mobil e ConocoPhillips tiveram presença histórica na Venezuela. O American Petroleum Institute acompanha as consequências desses eventos para o mercado global de energia.
Em dezembro, os EUA iniciaram um bloqueio naval aos petroleiros venezuelanos, alegando impedir recursos que financiem narcotráfico. A Casa Branca reforçou a pressão com aumentos na presença militar e ataques no Oceano Pacífico e Caribe, regiões próximas à Venezuela, atingindo pelo menos 100 pessoas.
Via Money Times