Os Estados Unidos continuam uma investigação comercial contra o Brasil, sob a Lei de Comércio de 1974, avaliando possíveis práticas injustas como desmatamento ilegal e irregularidades no mercado de etanol.
Essa apuração pode resultar na imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros, ampliando barreiras comerciais e impactando as exportações. O governo brasileiro busca diálogo diplomático para evitar sanções.
O caso destaca a importância das políticas comerciais entre Brasil e EUA. A situação influencia a agenda econômica internacional para 2026, com atenção às relações bilaterais e riscos tarifários.
Os Estados Unidos mantêm em andamento uma investigação comercial contra o Brasil, prevista na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mesmo após uma decisão da Suprema Corte norte-americana que limitou parte das tarifas impostas no governo Trump. O escritório do representante comercial dos EUA (USTR) avalia possíveis práticas consideradas injustas, como desmatamento ilegal, questões no mercado de etanol, violações de propriedade intelectual, corrupção, pirataria e até o funcionamento do sistema de pagamentos Pix.
Essa análise pode resultar em novas tarifas direcionadas a produtos brasileiros, ampliando as barreiras comerciais. Embora a Suprema Corte tenha limitado o uso de certas tarifas baseadas em leis emergenciais, a administração americana pretende recorrer a outros dispositivos legais para impor uma sobretaxa global inicial de 10%, que pode chegar a 15%.
O Brasil comemorou a retirada das tarifas que penalizavam exportadores — um alívio para bilhões de dólares em negócios —, mas agora encara o risco de novas medidas caso sejam encontradas práticas comerciais questionáveis. O governo brasileiro sinalizou que busca manter o diálogo diplomático aberto com Washington, a fim de esclarecer pontos da investigação e evitar sanções que afetem as relações comerciais entre as duas nações.
A situação reforça a atenção sobre as políticas comerciais e tarifárias entre Brasil e Estados Unidos, que seguem sendo um tema relevante na agenda econômica internacional de 2026.
Via Danuzio News