Os Estados Unidos começaram a usar bases militares localizadas no Reino Unido para realizar operações específicas contra o Irã, conforme informou o Ministério da Defesa britânico. O objetivo é evitar lançamentos de mísseis iranianos que possam ameaçar as forças britânicas na região.
Além das ações terrestres, caças britânicos Typhoon e F-35 participam de missões aéreas em países próximos como Jordânia, Catar e Chipre. Londres também enviou um helicóptero Merlin para reforçar sua presença na área.
Em meio a esse cenário, protestos ocorreram em Nicósia, capital do Chipre, contra a presença das bases militares britânicas. O presidente cipriota indicou que discussions sobre o futuro dessas bases podem acontecer após o fim do conflito no Oriente Médio.
Os Estados Unidos passaram a utilizar bases militares do Reino Unido para executar “operações defensivas específicas” contra o Irã, conforme informou o Ministério da Defesa britânico no último sábado. O objetivo dessas operações é impedir lançamentos de mísseis iranianos que representam riscos à segurança das forças britânicas na região.
Além das ações terrestres, caças britânicos como o Typhoon e o F-35 participam de missões aéreas sobre países próximos, incluindo Jordânia, Catar e Chipre. Londres também enviou um helicóptero do modelo Merlin para reforçar a presença na área.
Em resposta a essas movimentações, centenas de manifestantes se reuniram em Nicósia, capital do Chipre, para protestar contra a presença das bases militares britânicas no país. Faixas exibidas durante as manifestações traziam frases como “Chipre não é sua plataforma de lançamento” e “Fora bases britânicas”. O presidente cipriota, Nikos Christodoulides, indicou a possibilidade de discutir o futuro das bases após o término do conflito no Oriente Médio.
O contexto atual da escalada no Oriente Médio inclui ataques realizados pelos EUA e Israel no Irã, que causaram danos e vítimas civis. O país persa retaliou com ataques contra território israelense e instalações americanas na região. A recente morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, trouxe uma resposta internacional, com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificando o fato como uma violação do direito internacional e pedindo desescalada.
Via Sputnik Brasil