A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) emitiu alertas para companhias aéreas que operam na América Central e certos países da América do Sul, incluindo México, Equador e Colômbia. O aviso, válido por 60 dias, aponta para possíveis ações militares e interferência no sistema de GPS na região.
O alerta ocorre em um contexto de tensões entre os EUA e governos locais, com movimentações militares e ameaças recentes envolvendo Venezuela e México. Um incidente de quase colisão envolvendo uma aeronave civil e um jato-tanque militar reforça os riscos para a aviação comercial na área.
A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) emitiu alertas para companhias aéreas que operam na América Central e em partes da América do Sul, incluindo México, Equador, Colômbia e áreas do Oceano Pacífico. Essas notificações, válidas por 60 dias, sinalizam riscos ligados a possíveis atividades militares e interferência no sistema de GPS.
Os alertas surgem em meio a tensões elevadas entre os Estados Unidos e governos regionais. Recentemente, o governo Trump mobilizou uma força militar no Caribe e realizou ações contra a Venezuela, com a prisão do presidente Nicolás Maduro. Além disso, o presidente norte-americano mencionou a possibilidade de novas operações militares na região, inclusive contra a Colômbia.
No contexto dessa situação, Trump também declarou que os cartéis dominam o México e deixou em aberto o uso da força contra eles, reforçando o clima de insegurança para voos comerciais na área. Logo após o ataque à Venezuela, a FAA limitou voos em todo o Caribe, causando cancelamentos significativos.
Um incidente recente reforça esse cenário. Um avião da JetBlue teve que realizar manobras para evitar uma colisão com um jato-tanque da Força Aérea dos EUA, que não estava com o transponder ativo, enquanto sobrevoava próximo à Venezuela. O episódio evidenciou os desafios e riscos para a aviação civil na região.
Via Money Times