A Innospace, empresa sul-coreana, realizou o primeiro lançamento comercial de foguete no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. O foguete HANBIT-Nano decolou às 22h13, após um atraso de cinco dias, mas enfrentou uma anomalia logo no início do voo, interrompendo a transmissão ao vivo.
A Força Aérea Brasileira confirmou que o foguete iniciou a trajetória, mas caiu devido ao problema técnico. Equipes da FAB e Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para investigar os destroços, enquanto a Innospace não forneceu mais detalhes. O foguete transportava oito cargas, incluindo satélites pequenos.
O episódio destaca os desafios do Brasil e da Innospace no mercado espacial comercial. O lançamento contou com apoio da FAB e da Agência Espacial Brasileira. As ações da empresa sul-coreana caíram cerca de 24% após o incidente.
A empresa sul-coreana Innospace realizou o lançamento do seu primeiro foguete comercial a partir do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, um passo relevante para o setor aeroespacial brasileiro. O veículo HANBIT-Nano decolou às 22h13 do horário brasileiro, após um atraso de cinco dias.
Pouco depois da decolagem, uma mensagem indicou uma anomalia no voo, interrompendo imediatamente a transmissão ao vivo. A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que o foguete iniciou sua trajetória conforme o planejado, mas sofreu um problema que causou sua queda.
Equipes da FAB e do Corpo de Bombeiros foram enviadas para investigar os destroços no local da colisão. A Innospace não divulgou detalhes adicionais e não respondeu aos pedidos de comentário sobre o ocorrido.
Antes do lançamento, a missão foi adiada devido à substituição de uma peça no sistema de alimentação de oxidante e por condições climáticas desfavoráveis. O foguete transportava oito cargas, incluindo cinco satélites pequenos para clientes não divulgados.
Este lançamento foi apoiado operacionalmente pela Força Aérea e pela Agência Espacial Brasileira, que já haviam colaborado com testes em março de 2023, envolvendo o veículo de teste HANBIT-TLV nesta mesma base.
Após o acidente, as ações da Innospace, negociadas na Coreia do Sul, registraram uma queda de cerca de 24%, a maior desde agosto. O episódio destaca os desafios enfrentados pela empresa e pelo Brasil na consolidação de sua presença no mercado espacial.
Via InvestNews