O presidente do Banco Central da Finlândia, Olli Rehn, alertou sobre os riscos de perda da independência do Federal Reserve (Fed). Segundo ele, essa interferência poderia elevar a inflação estrutural e comprometer a estabilidade financeira nos Estados Unidos.
Rehn destacou que a credibilidade dos mercados e dos títulos públicos americanos depende da autonomia do Fed. A intervenção política nessa independência pode afetar a confiança dos investidores e gerar desequilíbrios econômicos.
O alerta ocorre em um momento delicado, com discussões políticas envolvendo o banco central americano. A opinião de Rehn reforça a importância global da autonomia do Fed, fundamental para o controle da inflação e a segurança dos mercados financeiros.
O presidente do banco central finlandês, Olli Rehn, alertou que a perda de independência do Fed poderia elevar a inflação e ameaçar a estabilidade financeira nos Estados Unidos. Em entrevista à CNBC, Rehn destacou que qualquer interferência na autonomia do Federal Reserve levaria a um aumento estrutural da inflação.
Rehn reforçou que a credibilidade dos mercados financeiros e dos títulos americanos depende da manutenção dessa independência monetária. Segundo ele, ameaças ou ações contra essa autonomia podem comprometer a confiança dos investidores, afetando diretamente a estabilidade econômica do país.
Demonstrando solidariedade ao atual presidente do Fed, Jerome Powell, Rehn ressaltou que a independência do banco central é crucial para evitar desequilíbrios e preservar o bom funcionamento dos mercados financeiros dos EUA.
O alerta ocorre em meio a discussões sobre a relação do Federal Reserve com outras esferas políticas, o que pode gerar incertezas para os mercados. A autonomia do Fed tem sido tradicionalmente vista como um pilar para o controle da inflação e para a estabilidade financeira no país.
A manifestação de um nome ligado ao Banco Central Europeu reforça a importância global do tema, uma vez que decisões da autoridade monetária americana influenciam a economia mundial.
Especialistas acompanham de perto os desdobramentos para entender os impactos futuros sobre a política monetária dos EUA e sobre o panorama inflacionário internacional.
Via InfoMoney