Fim do Carnaval marca início de um ano repleto de desafios políticos e jurídicos

Carnaval acabou e começa um ano de decisões jurídicas e políticas que vão impactar o Brasil. Saiba os detalhes e o que esperar.
23/02/2026 às 07:01 | Atualizado há 2 horas
               
A descrição destaca a transição e incerteza após um período festivo, sugerindo um recomeço com ritmo indefinido. (Imagem/Reprodução: Folhavitoria)

O fim do Carnaval traz atenção para o Supremo Tribunal Federal, que deve acelerar o andamento do caso Master, com relatoria de André Mendonça. O processo mostra a complexa relação entre poder econômico, político e instituições no Brasil.

Outra decisão importante foi a suspensão dos “penduricalhos” no serviço público pelo ministro Flávio Dino, proibindo novas parcelas que ultrapassem o teto constitucional, gerando críticas dentro da magistratura.

Internacionalmente, a Suprema Corte dos EUA anulou tarifas impostas por Trump, que pretende manter taxas por decreto. No Brasil, o clima político se aquece com a aproximação das eleições, intensificando debates e polarizações.

Com o fim da folia, a atenção se volta para o Supremo Tribunal Federal e seus próximos passos. O caso Master terá como relator o ministro André Mendonça, sinalizando uma possível aceleração no andamento. Este processo evidencia as complexas relações entre poder econômico, político e instituições.

Outra decisão do STF que repercute foi a do ministro Flávio Dino, que suspendeu os “penduricalhos” no serviço público e proibiu novas parcelas indenizatórias que ultrapassem o teto constitucional. A medida gerou críticas entre magistrados, que consideram a decisão uma afronta ao dinheiro público.

À medida que as eleições se aproximam, cada movimento ganha um peso político significativo. O desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula e retratou ex-presidentes com duras críticas, intensificou a polarização, especialmente entre grupos religiosos. Essa reação ampliou as divisões já existentes.

No campo internacional, a Suprema Corte americana anulou o tarifaço imposto por Donald Trump a vários países, argumentando que o ex-presidente não tinha competência legal para isso. Trump planeja emitir uma ordem executiva para manter tarifas de 10% sobre importações globalmente, sem aprovação do Congresso.

Assim, o cenário jurídico e político no Brasil e no mundo segue em transformação, enquanto os desdobramentos dessas decisões e acontecimentos estarão no radar ao longo do ano.

Via Folha Vitória

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