O Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou uma análise sobre o impacto da inteligência artificial (IA) na produtividade econômica da Europa. O estudo observa que a adoção da IA cresce mais rápido que outras tecnologias anteriores, afetando especialmente setores automáticos e profissionais como gestão e finanças.
A curto prazo, o FMI estima que os aumentos de produtividade serão modestos, com variações entre países dependendo da renda e setor econômico. Países mais ricos podem alcançar até 5% de ganho, enquanto economias menores tendem a resultados abaixo de 2%.
No longo prazo, o FMI prevê que o impacto da IA se intensificará, acelerando o surgimento de novas indústrias e pesquisas, porém sem ultrapassar o crescimento projetado para os Estados Unidos. O estudo ressalta a importância de políticas públicas para ampliar benefícios, incluindo reformas no mercado e investimentos em inovação.
Uma análise recente do Fundo Monetário Internacional (FMI) avalia o potencial impacto da inteligência artificial na produtividade econômica da Europa. O estudo aponta que a adoção da IA ocorre de forma mais acelerada que tecnologias anteriores, influenciando significativamente setores com alto grau de exposição à automação, principalmente nas áreas profissionais, de gestão e finanças.
Os efeitos observados no curto prazo indicam que, sem reformas, os ganhos de produtividade seriam modestos, com um aumento estimado de 1,1% em cinco anos. Países com maior renda e forte presença de serviços de colarinho branco, como a Noruega, poderiam registrar ganhos próximos a 5%. Em contrapartida, economias de menor renda como Romênia, apresentariam ganhos inferiores a 2%.
O FMI destaca que o impacto da IA deve se intensificar no longo prazo, à medida que essas tecnologias evoluem e dão origem a novas indústrias, além de acelerar pesquisas, por exemplo, no desenvolvimento de medicamentos. Ainda assim, o crescimento previsto para a Europa permanece abaixo do esperado para os Estados Unidos.
Para ampliar os benefícios da IA, o estudo aponta a necessidade de políticas públicas focadas em facilitar o mercado único europeu, fortalecer investimentos em ativos intangíveis e incentivar a mobilidade laboral. Também ressalta a importância de mercados energéticos estáveis e regulações que equilibrem proteção de dados, ética e inovação tecnológica.
A dimensão dos ganhos gerados pela inteligência artificial dependerá da interação entre adoção tecnológica, estrutura econômica e políticas vigentes, mostrando variações conforme o nível de integração do mercado e estratégias adotadas em cada país.
Via TI Inside