Fraudes cibernéticas são uma das principais ameaças globais, aponta relatório do Fórum Econômico Mundial

Relatório do Fórum Econômico Mundial destaca fraudes cibernéticas como ameaça global crescente para 2026.
12/01/2026 às 15:12 | Atualizado há 5 horas
               
Claro! Por favor, envie a descrição para que eu possa analisar. (Imagem/Reprodução: Tiinside)

Um relatório do Fórum Econômico Mundial revelou que fraudes cibernéticas se tornaram uma das ameaças digitais mais comuns globalmente. Em 2025, 73% dos entrevistados foram afetados por golpes virtuais, superando preocupações como ransomware.

A inteligência artificial intensifica os riscos, com 94% dos líderes vendo a IA como fator chave para a segurança digital em 2026. A instabilidade geopolítica e vulnerabilidades nas cadeias de suprimentos aumentam os desafios para proteger dados e sistemas.

Especialistas recomendam cooperação entre governos, empresas e fornecedores para fortalecer a defesa digital, especialmente com o uso da IA e estratégias baseadas em confiança digital.

O relatório Global Cybersecurity Outlook 2026, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Accenture, aponta que a fraude cibernética virou uma das ameaças mais generalizadas no cenário digital. A pesquisa indica que 73% dos entrevistados foram afetados ou conhecem alguém que sofreu golpes virtuais em 2025, colocando a fraude e o phishing à frente do ransomware entre as maiores preocupações dos CEOs.

Além disso, a inteligência artificial está acelerando os riscos de segurança com ameaças que cresceram significativamente, sobretudo vazamentos relacionados à IA generativa. Cerca de 94% dos líderes empresariais acreditam que a IA será o principal fator a moldar a cibersegurança em 2026, investindo mais em avaliações de segurança específicas para essa tecnologia.

A instabilidade geopolítica complica ainda mais a proteção digital, com 64% das organizações considerando ataques ligados a motivações políticas em suas estratégias de risco. Já as cadeias de suprimentos representam outra vulnerabilidade forte, destacada por 65% das grandes empresas como a principal barreira para a resiliência cibernética.

O relatório também destaca a desigualdade no fortalecimento contra ameaças: organizações menores e economias emergentes sentem mais a escassez de profissionais e recursos, o que amplia os riscos sistêmicos globais.

Para enfrentar esse cenário, especialistas defendem uma atuação coordenada entre governos, empresas e fornecedores de tecnologia, focada na construção coletiva de defesa baseada em IA e confiança digital.

Via TI Inside

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.