No início dos anos 2010, a Superplayer surgiu no mercado de streaming com aporte da Movile. Hoje, Gustavo Goldschmidt, fundador da Superplayer, cria a Kiip, uma HRTech que facilita processos administrativos para pequenas e médias empresas.
A Kiip atua com uma equipe remota de 12 profissionais e gerencia funções como controle de ponto e férias via integração com contabilidades externas. Até 2025, já atende mais de 100 clientes e administra 8 mil colaboradores.
O objetivo é oferecer uma plataforma prática, com foco em eficiência e crescimento sustentável, evitando modismos tecnológicos e mirando uma receita anual superior a R$ 20 milhões.
Na virada da década passada, o mercado de streaming ainda engatinhava quando a gaúcha Superplayer entrou em cena, recebendo aporte da Movile. Agora, seu fundador Gustavo Goldschmidt se volta para um novo projeto focado em transformar processos administrativos: a Kiip, uma HRTech criada para simplificar o departamento pessoal de pequenas e médias empresas.
Originária dentro da Superplayer, com investimento inicial de R$ 3,5 milhões, a Kiip atua de maneira independente e reúne uma equipe sênior de 12 profissionais, trabalhando remotamente. A plataforma automatiza processos complexos do setor, como férias, controle de ponto e múltiplos vínculos, fazendo a ponte entre pequenas empresas e contabilidades externas via integração por APIs ou planilhas.
A estratégia da Kiip se baseia em oferecer ao mercado uma solução prática para o departamento pessoal, um segmento menos explorado pelas HRTechs, que geralmente priorizam recrutamento ou gestão de desempenho. Até o final de 2025, a HRTech já contabilizava mais de 100 clientes e gerenciava cerca de 8 mil colaboradores, com ticket médio mensal de R$ 800, visando chegar a 300 clientes para alcançar o ponto de equilíbrio.
Para Gustavo Goldschmidt, o foco está na construção de um sistema eficiente e prazeroso de usar, inspirado em aprendizados da Superplayer e modelos B2C, mantendo uma taxa de retenção alta e baixos índices de cancelamento. A Kiip evita modismos como o uso forçado de inteligência artificial, priorizando um crescimento sustentável e rentável, com visão de longo prazo para ultrapassar R$ 20 milhões em receita anual.
Via Startups