Fundo imobiliário RBVA11 anuncia intenção de compra de imóveis no RJ e SP; IFIX registra leve alta

Fundo imobiliário RBVA11 planeja compra de imóveis no RJ e SP com contratos longos; IFIX sobe 0,04% e mostra recuperação.
22/01/2026 às 08:02 | Atualizado há 2 semanas
               
Descrição incompleta, falta detalhamento sobre os ativos e valores da aquisição. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

O fundo imobiliário Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) anunciou a intenção de adquirir dois imóveis localizados no Rio de Janeiro e em São Paulo, avaliados em R$ 86,38 milhões. Os imóveis têm contratos de aluguel longos, com o prédio no RJ ocupado pela Estácio até 2032 e o ponto em SP alugado para a PBKids até 2027.

A operação faz parte da 6ª emissão de cotas do fundo e visa diversificar os investimentos geograficamente e por setores, protegendo contra vacância. O pagamento será feito em dinheiro, assunção de dívida e cotas do RBVA11.

Além disso, o índice IFIX, que acompanha o desempenho dos fundos imobiliários no Brasil, encerrou o pregão com alta leve de 0,04%, mostrando recuperação no mês com avanço de 0,98%.

O fundo imobiliário Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) anunciou a intenção de comprar dois imóveis em São Paulo e no Rio de Janeiro, dentro da 6ª emissão de cotas do fundo. O valor total da operação é de R$ 86,38 milhões, com um cap rate médio de 12,3% ao ano.

Um imóvel fica em Santa Cruz, RJ, e está alugado para a Estácio até março de 2032. É um prédio de cinco andares que atende mais de 7 mil alunos. O outro imóvel é um ponto de varejo infantil da PBKids na Avenida Rebouças, São Paulo, com contrato de aluguel até dezembro de 2027.

O pagamento será dividido em três partes: R$ 4,3 milhões em dinheiro, a assunção de um saldo devedor de cerca de R$ 40 milhões por CRI (relacionado ao imóvel do Rio) e o restante por meio de cotas do RBVA11, com valor patrimonial de R$ 10,58 por papel.

A gestora destaca que essa aquisição se encaixa na estratégia do fundo para diversificar geograficamente e em setores, buscando imóveis resilientes, com contratos longos que protegem contra vacância.

Essa compra ainda precisa passar por avaliações jurídicas, técnicas e ambientais, além de aprovação interna. O fundo imobiliário manteve a expectativa de distribuir R$ 0,09 por cota no primeiro semestre de 2026, podendo revisar esse valor após finalizar a operação.

O IFIX, índice que monitora os fundos imobiliários no Brasil, fechou o pregão de quarta-feira (21) em alta leve de 0,04%, voltando a acumular avanço de 0,98% no mês.

Via Money Times

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