Os gastos com construção nos Estados Unidos tiveram um aumento de 0,5% em outubro de 2025, acima do previsto pelos economistas, que esperavam alta de 0,1%. Essa recuperação ocorreu após uma queda de 0,6% em setembro e foi destacada principalmente pelo crescimento dos investimentos privados, especialmente na construção residencial.
Apesar do aumento geral, houve redução nos investimentos em novas moradias unifamiliares e multifamiliares, apontando que a alta nos gastos foi impulsionada principalmente por reformas. O mercado enfrenta desafios como taxas hipotecárias altas, custos elevados de materiais e escassez de mão de obra.
Esses fatores indicam que, mesmo com dificuldades para novas construções, o setor residencial mantém seu dinamismo por meio das reformas, que compensam as quedas nas construções novas, ressaltando a importância desse segmento para a economia americana.
Os gastos com construção nos Estados Unidos subiram 0,5% em outubro de 2025, um avanço maior que o esperado, conforme dados do Census Bureau divulgados pelo Departamento de Comércio. Essa alta segue uma queda de 0,6% em setembro e supera a projeção de economistas, que estimavam crescimento de 0,1% para o período. Em comparação anual, entretanto, houve queda de 1,0%.
Os dados tiveram divulgação postergada devido à paralisação de 43 dias do governo norte-americano. Os investimentos em projetos privados cresceram 0,6% no mês, após retração de 0,9%. O destaque esteve no avanço de 1,3% nos gastos com construção residencial, revertendo a queda de 1,4% registrada em setembro.
Apesar do crescimento geral, os gastos com novas moradias unifamiliares recuaram 1,3%, e os projetos multifamiliares diminuíram 0,2%. Esse cenário indica que o aumento dos investimentos residenciais se deve principalmente a reformas, compensando as quedas em construções novas.
O mercado de construção residencial ainda está sujeito a desafios, incluindo taxas hipotecárias elevadas, custos maiores de materiais por causa de tarifas de importação e escassez de mão de obra. Esses fatores pressionam o setor, limitando a expansão em moradias recém-construídas.
Esse comportamento reforça a importância das reformas para o segmento residencial, que impulsionam os gastos apesar das dificuldades enfrentadas no desenvolvimento de novas unidades habitacionais.
Via Forbes Brasil