O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, afirmou que ainda não há definição sobre o apoio do governo para a abertura da CPI do Banco Master. Ele destacou que o calendário eleitoral pode dificultar o andamento da comissão, afetando sua viabilidade prática.
Randolfe ressaltou que o governo não se opõe às investigações e que as apurações, inclusive do Banco Master, são importantes. O pedido para a CPI foi apresentado pelo deputado Carlos Jordy, mas a decisão final depende do presidente do Senado.
Além disso, o senador afirmou que o Executivo trabalhará para manter o veto presidencial que mantém as penas para os condenados pelo 8 de Janeiro, reforçando o compromisso com as decisões do Supremo Tribunal Federal.
O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), declarou que o governo ainda não definiu se apoiará a abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para investigar o Banco Master. Ele apontou que o funcionamento da comissão pode enfrentar dificuldades devido ao esvaziamento natural do Congresso em ano de eleições, o que pode afetar a “viabilidade pragmática” do colegiado.
Randolfe deixou claro que o governo não se opõe a investigações de qualquer natureza, incluindo a possível CPI. “Vamos avaliar a questão”, disse durante evento no Palácio do Planalto, antes da cerimônia relacionada aos atos de 8 de janeiro de 2023. O senador reforçou que o Executivo defende que as apurações continuem e que o Banco Central deve ser respeitado em suas atribuições, mesmo diante das críticas que sofreu nas redes sociais.
O pedido para instalar a CPI está sendo liderado pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ), que afirma já ter reunido as assinaturas necessárias para protocolo. A decisão final sobre a abertura cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-RJ), que geralmente demonstra resistência a CPIs por considerar que elas podem atrasar os trabalhos do Congresso.
Além disso, Randolfe afirmou que o governo trabalhará para manter o veto presidencial ao projeto que reduz penas para os condenados pelo 8 de Janeiro. Na cerimônia, Lula vetou essa proposta aprovada pela Câmara e Senado, buscando garantir as punições definidas pelo Supremo Tribunal Federal.
Via Money Times